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CALENDÁRIO NEGRO - JUNHO

1 – Inauguração no município de Volta Redonda (RJ) do Memorial Zumbi dos Palmares (1990)
2 – O pugilista Joe Louis conquista em Chicago (EUA) o título de Campeão Mundial de Boxe na categoria peso-pesado, ao nocautear James J. Bradock (1937)

3 – Nasce em Saint Louis, Missouri/EUA, Freda Josephine McDonald, a cantora e dançarina Josephine Backer (1906)

3 – Nasce em Campos dos Goytacazes (RJ), Ana Cláudia Protásio Monteiro, a Cacau Protásio, atriz e humorista (1975)
4 – Nasce no Rio de Janeiro (RJ), o compositor Anescar Pereira Filho - Anescarzinho do Salgueiro, autor do clássico samba-enredo "Chica da Silva" (1929)
5 – Dia Internacional de Solidariedade ao Povo Moçambicano
6 – Nasce na cidade de Salvador (BA), o ator, diretor cinematográfico e vereador Antonio Luiz Sampaio, Antonio Pitanga (1939)
7 – Publicação da Lei n. 420, Cap. III, Art. 2, proibindo escravos de aprender ofícios
7 – Nasce em Campos do Rio Real (SE), o filósofo, poeta e jurista Tobias Barreto de Menezes. Entre suas obras destacam-se: "Ensaios e Estudos de Filosofia e Crítica", "Dias e Noites", "Um discurso em mangas de camisa", "Introdução ao Estudo do Direito" (1839)
7 – Nasce no bairro da Saúde, Rio de Janeiro (RJ) a cantora e compositora Adiléia Silva da Rocha - Dolores Duran (1930)
7 – Nasce em São Paulo (SP), lateral-direito da Seleção Brasileira de Futebol, Marcos Evangelista de Moraes, Cafu (1970)
8 – Nasce no Alabama (EUA),
William "Willie" D. Davenport, atleta estadunidense, especialista em 110 metros com barreiras (1943)

8 – Nasce em Belford Roxo (RJ), Jorge Mário da Silva, o Seu Jorge, cantor, compositor e multi-instrumentista brasileiro (1970)

8 – Nasce em Atlanta (EUA), Kanye Omari West, o Kanye West, produtor musical, estilista e rapper que mais ganhou Grammy, 21 ao todo (1977)

9 – O centro-médio da seleção uruguaia de futebol José Leandro Andrade é o primeiro negro a conquistar uma medalha olímpica, ao derrotar a Seleção Suíça na final dos Jogos de Paris (1924)
10 – Aprovada a Lei Penal do Escravo, de 1835, instituindo: -
Art. 1º Serão punidos com a pena de morte os escravos ou escravas, que matarem por qualquer maneira que seja, propinarem veneno, ferirem gravemente ou fizerem outra qualquer grave offensa physica a seu senhor, a sua mulher, a descendentes ou ascendentes, que em sua companhia morarem, a administrador, feitor e ás suas mulheres, que com elles viverem.

11 – Nelson Mandela, Walter Sisulo, Elias Motsoaledi, Govan Mbeki, Raymond Mhlaba, Achmat Kathrada, Dennis Goldberg, Elias Motsoaledi são condenados a prisão perpétua (1964)
11 – Atendendo as reivindicações feitas pelo Centro de Estudos Afro – Orientais, em 1983, e das entidades negras em 1984, o então Secretário de Educação da Bahia, Prof. Edivaldo Boaventura assina a portaria n. 6068 incluindo nos currículos de 1º e 2º Graus a disciplina Introdução aos Estudos Africanos (1985)
12 – Nasce na Rua Santa Luzia (RJ), o compositor Paulo Benjamin de Oliveira, Paulo da Portela, o primeiro sambista a desempenhar as funções de relações - públicas de escola de samba, um dos fundadores da Escola de Samba Portela. Compôs : "Roleta", "Cidade Mulher", "Desprezo" (1901)
13 – Dia consagrado ao orixá Exu, no Rio de Janeiro, e Ogum, na Bahia. - Orixá mensageiro entre os homens e os deuses, seu elemento é o fogo. É associado à fertilização e a força transformadora das coisas. Espírito justo, porém, vingativo, nada executa sem obter algo em troca e não esquece de cobrar as promessas feitas a ele; a primeira oferenda é sempre sua. Seu dia é a segunda-feira. Cores: preto e vermelho e a saudação é Laroiê!
13 – Nasce em Porto Alegre (RS) Luciana Lealdina de Araújo - Mãe Preta (1870)
13 – Tem início o Congresso Internacional "Escravidão e Abolição" (UFRJ,UFF), em Niterói e no Rio de Janeiro (1988)
14 – Nasce no Rio de Janeiro o instrumentista e compositor Wilson das Neves (1936)
14 – Nasce no bairro de Triagem, Rio de Janeiro, o cantor e percussionista Carlos Negreiros (1942)

14 – Nasce em São Paulo Sueli Carneiro, feminista negra (1950)

14 – Nasce no Rio de Janeiro (RJ), Camila Manhães Sampaio, a Camila Pitanga, atriz e ex-modelo (1977)
15 – Henry O Flipper torna-se o primeiro negro graduado pela Academia Militar de West Point (1877)
15 – Nilo Peçanha assume a Presidência da República, no Brasil (1909)
16 – Dia Internacional de Solidariedade a Luta do Povo da África do Sul
16 – Massacre de Soweto (1976)
16 – Surge em Campinas (SP) o jornal Correio de Ébano (1963)

16 – Nasce em Nova Iorque (EUA), Tupac Amaru Shakur, também conhecido como 2Pac, Makaveli ou Pac, considerado o maior rapper de todos os tempos (1971)
16 – Criação no Rio de Janeiro, do NZINGA - Coletivo de Mulheres Negras (1983)
17 – Chega ao Rio de Janeiro, o pernambucano Hilário Jovino Ferreira - Lalau de Ouro, fundador do Rancho Rei de Ouro, o mais fecundo fundador de ranchos e sujos do carnaval carioca (1872)
17 – O Brasil reconhece a independência da Guiné – Bissau, primeiro país da chamada "África portuguesa" a se tornar independente (1974)
18 – Coreta Scott e Martin Luther King Jr. casam-se no Alabama (EUA) (1953)
18 – Nasce em Atibaia, o jogador de futebol Onofre de Souza, Sabará (1931)
19 – Nasce em
Hertfordshire (Inglaterra), Olajidi Olatunji, o KSI, comentador de games, dono do segundo canal mais acessado do Reino Unido, o KSIOlajideBT (1993)

20 – O líder, sul-africano, Nelson Mandela é aclamado por cerca de 800 mil pessoas nas ruas de Manhattan, Nova Iorque (EUA) (1990)
21 – Nasce na cidade de Salvador (BA), Luiz Gonzaga Pinto da Gama - Luiz Gama, escritor, fundador da imprensa humorística em São Paulo, advogado autodidata, conseguiu libertar nos tribunais, mais de quinhentos escravos fugidos (1830)
21 – Nasce no Morro do Livramento, Rio de Janeiro, Joaquim Maria Machado de Assis, poeta, romancista, crítico, contista e cronista, primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras, autor de "A Mão e a Luva", "Memórias Póstumas de Brás Cubas", "Quincas Borba", "Dom Casmurro", entre outras obras (1839)
21 – É inaugurado no Largo do Aroche (SP), um busto em homenagem a Luís Gama, em homenagem ao seu centenário de nascimento (1930)
22 – Nasce em São Pedro, Caxias do Maranhão (MA), o ator, escritor, bailarino e diretor teatral Ubirajara Fidalgo da Silva - Ubirajara Fidalgo(1949)
23 – Nasce no Rio de Janeiro, a cantora Elza da Conceição Gomes - Elza Soares (1937)
23 – Realiza-se em Quibdó, Colômbia, o V Encontro da Pastoral Afro-americana (1991)
24 – Nasce na Vila São José, Encruzilhada do Sul, distrito de Rio Pardo (RS), João Cândido Felisberto, o "Almirante Negro", líder da Revolta da Chibata". (1880)
24 – Nasce o poeta Lino Guedes (1897)
24 – Nasce na cidade do Rio de Janeiro, o Marechal João Baptista de Mattos (1900)
24 – Nasce na Fazenda da Saudade, Marquês de Valença (RJ), Maria Joanna Monteiro, Vovó Maria Joana Rezadeira (1902)
25 – O presidente dos Estados Unidos Franklin D. Roosevelt assina o Decreto Executivo nº 8.802, em que reafirma a política de plena participação, no Programa de Defesa, de todas as pessoas, independentemente de raça, credo, cor ou origem nacional (1941)
25 – Fundação da FRELIMO - Frente de Libertação de Moçambique (1962)
25 – Independência de Moçambique (1975)
26 – Onze jovens moradores na Favela de Acari, subúrbio do Rio de Janeiro saem de casa e não mais retornam, nascendo então o movimento denominado Mães de Acari (1990)
26 – Independência da Somália (1960)
27 – Independência de Djibuti (1976)
27 – Nasce em Usina Barcelos, município de Campos (RJ), a atriz e cantora Maria José Motta - Zezé Motta (1944)
28 – Nasce em Santo Amaro (BA), Manuel Querino, estudioso das questões etnográficas e sociológicas relativas ao negro no Brasil (1851)
28 – Decreto sobre imigração determina que os asiáticos e africanos somente mediante autorização do Congresso Nacional poderiam ser admitidos nos portos da República (1890)
28 – Uma jovem negra é eleita pela primeira vez Miss Guanabara: Vera Lúcia Couto (1964)
29 – Independência de Sychelles (1976)
29 – Nasce em Salvador (BA) Gilberto Passos Gil Moreira, Gilberto Gil, cantor, compositor, integrante do movimento tropical Tropicália, autor de "Procissão", "Domingo no Parque", "Aquele Abraço", "Refavela", "Super Homem", entre outras músicas de sucesso(1942)
30 – Independência do Zaire (1960)
30 – Estreia no Teatro Rialto (RJ) com o espetáculo "Tudo Preto", a Companhia Negra de Revista (1926)
30 – Nasce nos Estados Unidos, o campeão mundial de boxe, Michael Gerald Tyson - Mike Tyson (1966)

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sábado, 31 de julho de 2010

Palestra "Lumina Sophie: a eliminação da amnésia cultural na Martinica" - BA

 
A palestra trata da recente emergência das canções, músicas e cultura popular afro-caribenha na Martinica. Com atenção para as narrativas, poesia e visão de mundo, a autora lança luzes sobre as experiências de mulheres afro-caribenhas numa pespectiva cross-cultural.

Palestrante: Profa. Dra. Brenda F. Berrian
Departamento de Estudos Africanos, Estudos sobre a Mulher e Letras da Universidade de Pittsburgh - USA
Debatedoras:
Profa. Dra. Florentina Souza – CEAO e PPGLL-UFBa
Secretária Estadual Luiza Bairros, SEPROMI

Data: 10 de agosto de 2010, terça-feira.
Horário: 18:30 hs
Local: CEAO - Pç. Inocêncio Galvão, 42, Largo Dois de Julho - CEP 40060-055. Salvador - Bahia Tel (71) 3283-5502/| E-mail: ceao@ufba.br

Exibição do curta "Deusa do Ébano: Rainha do Ilê Aiyê" - BA

Na próxima terça, 03/08, acontece, em Salvador, a exibição do filme Deusa do Ébano: Rainha do Ilê Aiyê, ganhador do prêmio Corazon de melhor documentário de curta-metragem no 2010 San Diego Latino Film Festival e de Melhor Filme de Diáspora Africana no 2010 San Diego Black FilmFestival. A exibição está sendo realizada pela Instituto Mídia Étnica, em parceria com a Casa do Benin. O evento contará com a presença de Carolina Moraes-Liu, diretora do filme, que participa de um debate logo após a sessão
Local: Auditório Casa do BeninRua Padre Augustinho Gomes, n 17, Pelourinho
Referência: próximo a Igreja do Rosário dos Homens Pretos
Data:03/08/2010Horário:19h
Sinopse:

Deusa do Ébano: Rainha do Ilê Aiyê segue três jovens mulheres competindo no evento anual em que o bloco afro Ilê Aiyê escolhe a sua rainha do carnaval, usando conceitos afrocêntricos
de beleza.

Com cenas do quotidiano, ensaios de dança, e entrevistas, "Deusa do Ébano: Rainha do Ilê Aiyê" mostra a importância do concurso, com a sua estreita associação com o Candomblé, em remodelar a ideia do que é belo, em uma sociedade onde afro-descendentes constituem a maioria da população, mas conceitos eurocêntricos de beleza feminina são dominantes.

A figura da Deusa do Ébano, um elemento visual chave de um espetáculo que cria uma visão alternativa da mulher negra como bonita, desejável, e talentosa, promove a mudança social em seu nível mais básico: a noção individual de identidade.

O filme conta com a participação da secretária estadual de desenvolvimento social da Bahia, Arany Santana, e do presidente do bloco afro Ilê Aiyê, Antônio Carlos dos Santos "Vovô".

Diretora:
Carolina Moraes-Liu é produtora premiada que trabalha em documentários e programas de televisão por mais de 10 anos na Califórnia. Ela é associada da Academia Nacional de Artes e Ciências Televisivas (NATAS), onde serve como jurada para os prêmios Emmy. Carolina é brasileira nascida na Bahia, e possui mestrado em Rádio e Televisão pela San Francisco State University.

Deusa do Ébano: Rainha do Ilê Aiyê
(2009, 19:40, Carolina Moraes-Liu)


Promoção:
Instituto de Mídia Étnica
Portal Correio Nagô
Museu Casa do Benin

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Estudiosos reunidos no Rio comprovam eficácia do mecanismo de cotas

desempenho dos estudantes negros cotistas é academicamente superior ao dos que não entraram na universidade por meio deste mecanismo da política de ações afirmativas. A conclusão é de pesquisadores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), e integra um leque de estudos científicos que estão sendo apresentados no VI Congresso Brasileiro de Pesquisadores( as) Negros(as) - Copene, na cidade do Rio de Janeiro.
 
Afrodiáspora: saberes pós-coloniais, poderes e movimentos sociais é o tema do encontro organizado pela Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN), e que acontece de 26 a 29 deste mês, na UERJ. Estudos e debates sobre a realidade das populações negras - principalmente, as questões ligadas ao racismo, às reconstruções culturais diaspóricas, às resistências e (re)existências negras - norteiam o encontro, do qual participam Dora Lúcia Bertúlio, Elísio Lopes Jr e Eliane Borges, da Fundação Cultural Palmares.
 
GRANDE MÍDIA - Eliane Borges, chefe de gabinete da Fundação Cultural Palmares, representou o presidente Zulu Araújo na mesa de abertura do congresso. Ela também participa do evento como pesquisadora - apresentou, na segunda-feira (26), sua tese de doutorado, intitulada Negros(as) e ciência: uma análise sobre a inserção acadêmica de intelectuais negros(as). Cerca de duas mil pessoas, entre professores, estudantes e  pesquisadores do Brasil e do exterior participam do evento.
 
Elísio Lopes, diretor da FCP, coordena hoje (28) a mesa-redonda ABPN 10 anos: trajetórias, internacionalização, desafios e participação dos(as) pesquisadores( as). Ele diz que "O congresso está excelente; a pauta, interessante; e as discussões bastante coerentes", mas que sente falta da presença da mídia, "para divulgar pesquisas extremamente importantes, como a apresentada pela UERJ, mostrando que o desempenho dos estudantes cotistas é academicamente superior ao dos que não entraram por meio de cotas. É uma pena que resultados como estes não sejam divulgados".
 
DIÁLOGO - "Ampliar e abrir espaços para que os(as) intelectuais negros(as) possam apresentar e divulgar os seus trabalhos é um dos principais focos da ABPN. A realização deste VI Copene é a continuidade de um árduo trabalho que desenvolvemos há dez anos e que, para nossa felicidade, tem crescido com vigor. Proporcionar o diálogo, as trocas, e refletir sobre o desafio da inserção acadêmica desses pesquisadores são alguns dos nossos objetivos", relata Eliane Borges, que foi sócia-fundadora da ABPN, e participa da mesa sobre os 10 anos da instituição.
 
 A escolha da temática do Congresso levou em consideração a atual conjuntura brasileira, na qual os segmentos negros organizados reivindicam o incremento de mecanismos jurídicos-polí ticos de constituição material de direitos, como, por exemplo, a Lei 10.639, que determina o ensino de história e cultura afro-brasileira nas escolas do país e a implementação de políticas de ações afirmativas.

O VI Copene foi precedido pelo I Simpósio Internacional da ABPN  - Construindo conhecimentos e conectando as experiências do Brasil e da diáspora africana, que aconteceu nos dias 25 e 26 de julho, também no Rio de Janeiro. O encerramento do congresso, na quinta (29), conta com o apoio da Fundação Palmares, e será recheado de muita música, exposições de artes plásticas e, para completar, degustação de pratos de origem africana.

FONTE: ASCOM / PALMARES

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Palestra aborda experiências de mulheres caribenhas - BA

 (Clique na imagem para amplia-la)

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Seminário "2º Ciclo de Estudo sobre a Afrodescendência" - BA

Temas:
 
Diáspora Africana,
Diferença entre so termos, Racismo,  Descriminação e Preconceito,
Palestrante: Profº. Hélio  Santos, 
 
Trajetória das Leis antiracistas até os nossos dias.
Palestrante:  Prof  Ubiratan Castro
 
Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil
Palestrante: .Dr Antonio Menezes (Vice-Presidente da OAB)
 
Estatuto da Igualdade Racial
Palestrante: Dra. Sílvia Cerqueira.
 
Com oportunidade para perguntas objetivando tirar as dúvidas.
 
DATA: 29.07.2010
LOCAL: Auditório da OAB-BA
HORÁRIO:  08:00h inscrição e entrega de material .
PALESTRAS:  Manhã 08:30h  às 12:00h
                          Tarde 14:00h  às 18:00h.
 
Haverá entrega de certificado.
 
INSCRIÇÃO:  Enviar seu nome, profissão, telefone e

domingo, 25 de julho de 2010

Estatuto da Igualdade Racial: o que ficou do que já foi (Zelinda Barros)

Car@s,

No link abaixo envio um mapeamento do Estatuto da Igualdade Racial, considerando o que foi excluído, incluído e modificado em relação ao texto original.
Caso queiram contribuir com a melhoria do texto, fiquem à vontade, pois posso ter deixado passar algum ponto importante.


Grata,
Zelinda

IV Seminário Internacional "Fronteiras étnico-culturais e fronteiras da exclusão"

Abertas as inscriçoes para o 

 IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL: FRONTEIRAS ÉTNICO-CULTURAIS E FRONTEIRAS DA EXCLUSÃO

  20 a 23 de setembro de 2010
www.fronteirasetnicas.com 

Conferência "O estado atual das pesquisas sobre as populações negras no Brasil" - BA

Devido a grande procura do público, para assistir a Conferência do Professor Doutor Henrique Cunha Júnior sobre “O ESTADO ATUAL DAS PESQUISAS SOBRE AS POPULAÇÕES NEGRAS NO BRASIL”, a equipe PRODESE informa a prorrogação das inscrições que continuam no Departamento de Educação Campus I na sala do NETI.

Ratificando:
Data: 30/07/2010(sexta-feira)
Local: Universidade do Estado da Bahia
Auditório Professor Jurandir Oliveira no Departamento de Educação Campus I
Estrada das Barreiras S/N Narandiba/Cabula
Horário: 8 às 12hs
Período de inscrição (gratuitas): 14 a 28 de julho

Defesa de tese “Trajetórias de Dois Intelectuais Negros Brasileiros: Abdias Nascimento e Milton Santos” - BA

O Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos - POSAFRO convida:

Defesa de Tese de Doutorado 2010

Título: “Trajetórias  de Dois Intelectuais Negros Brasileiros: Abdias Nascimento e Milton Santos”
 
Doutoranda: Rosemere Ferreira da Silva

Banca Examinadora:
Profa. Dra. Florentina da Silva Souza (Orientadora/ UFBA)
Profa.Dra. Cândida Ferreira (Univesidad de los Andes)
Prof . Dr. Eduardo de Assis Duarte (UFMG)
Profa Dra.. Fátima Ribeiro (UFBA)
Prof. Dr. Jocélio Teles dos Santos (UFBA)


Data: 03 de agosto de 2010
Horário: 14:00h
Local: Auditório Milton Santos, CEAO
Endereço: Praça Inocêncio Galvão, 42, Largo Dois de Julho
CEP: 40060-055
Tel: (0xx71) 3283-5501/5502/ 5500

sexta-feira, 23 de julho de 2010

II Seminário Estadual de Juventude - BA

(Clique na imagem para ampliá-la)

O Instituto Cultural Caravana Brasil, entendendo o momento político que o Brasil e a Bahia - em especial - vivem, resolveu dar continuidade a um projeto iniciado a algum tempo atrás, promovendo assim o II Seminário Estadual de Juventude, no intuito de ajudar no debate e fomento de Políticas Públicas para a Juventude.
Este Seminário vem para se somar a iniciativas tanto no âmbito do governo federal, como no caso da Conferência Nacional de Juventude, como no âmbito estadual, a exemplo da criação do Conselho Estadual de Juventude. 
Neste sentido, convidamos todos os jovens interessados em construir um futuro melhor, a participar deste grande evento, que se propõe ser para, e com a juventude. 
O II Seminário Estadual de Juventude realizar-se-á na Biblioteca Pública da Bahia
(Rua General Labatut, 27, Barris - Salvador - BA), dia 14 de agosto, a partir das 9h.
 
As Inscrições devem feitas pelo email: 2seminariodejuventude@gmail.com cabendo ao participante encaminhar NOME, EMAIL e TELEFONE.

Infografia "Candomblé" ganha prêmio internacional

O infografista Ary Moraes e a repórter Clarissa Monteagudo receberam o prêmio de Excelência Jornalística 2010 da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), pela infografia "Candomblé". O trabalho foi publicado no EXTRA do dia 25 a 31 de janeiro de 2009, durante a série de reportagens "Inimigos de fé". O júri destacou o formato das páginas que permite fazer uma coleção com informações históricas e culturais sobre o candomblé, elogiou o uso das cores e a integração entre a infografia e o tema das reportagens, que abordaram o preconceito contra religiões de matriz africana no Brasil.  O prêmio SIP foi criado para estimular a liberdade de expressão e premiar a excelência jornalística em todo o continente americano. A entrega do prêmio a Ary Moraes e Clarissa Monteagudo será durante a 6ª Assembleia Geral da SIP no México.
O grande prêmio SIP foi concedido ao jornalista venezuelano Guillermo Zuloaga, por ser um símbolo na luta da liberdade de expressão no seu país.
Veja a infografia premiada da série Inimigos de fé:


FONTE:  Marcio Alexandre M. Gualberto, na Internet

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Programação do Festival do Instituto Steve Biko - BA

(Clique na imagem para ampliá-la)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Comemoração do 25 de julho - BA

 (Clique na imagem para ampliá-la)

FCM promove curso "História e etnia" - BA

Curso História e Etnia

Professor:
John Manuel Monteiro
Universidade Estadual de Campinas
Doutor em História
pela University of Chicago, Estados Unidos data e horário:
16 a 20 de agosto de 2010
14:00 às 18:00h

local:
Fundação Clemente Mariani
Rua Miguel Calmon, 398
Ed. Conde Pereira Marinho
Comércio - 40015-010 - Salvador BA

investimento:
R$ 30,00

inscrições e informações:
(71) 3243 2491 | 3243 2666
academico@fcmariani.org.br 

Inscrições presenciais: de 26 de julho a 9 de agosto de 2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

Uma ialorixá vai coordenar o projeto Mulheres da Paz


Jaciara Ribeiro dos Santos, mais conhecida como Mãe Jaciara, sucessora de Mãe Gilda no Terreiro Axé Abassá de Ogum, será a primeira ialorixá baiana a coordenar um projeto federal. Amanhã (20),ela será empossada no cargo de coordenadora do Projeto Mulheres da Paz, que faz parte das ações do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) e é realizado em parceria com o Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes). A cerimônia acontecerá às 9h, no auditório da SUCAB, no Centro Administrativo.

Iniciada no Candomblé há 23 anos Jaciara Ribeiro dos Santos é filha de oxum. Dez anos depois do falecimento de sua mãe biológica Gildásia dos Santos, começou uma caminhada longa na luta contra a intolerância religiosa, participando de seminários, realizando palestras e viagens por diversos estados brasileiros, defendo a causa da comunidade de candomblé e a causa do povo negro. Atualmente, ocupa o cargo de coordenadora nacional de religiosidade de matriz africana, na organização Coletivo de Entidades Negras (CEN).
Mulheres da Paz
O objetivo do Pronasci é prevenir e enfrentar a violência, com atuação por meio de ações sociais junto a jovens de 15 a 24 anos, em situação de vulnerabilidade social, das áreas metropolitanas do país.Para tanto, o Mulheres da Paz vem capacitando 700 mulheres, distribuídas nos municípios de Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari e Simões Filho. A função dessas mulheres é mediar conflitos das famílias que possuem jovens que vivem à beira da criminalidade ou que tiveram problemas com a lei.
Afirmando sentir-se privilegiada por ser a primeira mulher negra e religiosa de matriz africana a assumir a direção do projeto, Mãe Jaciara diz que não será somente uma coordenadora “e sim mais uma multiplicadora da PAZ”, prometeu.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Homenagem às mulheres negras - BA

No dia 30 de julho acontece a cerimônia de entrega do Troféu Dra. Edialeda Salgado, o evento será realizado às 8 horas, no Auditório do Conselho Estadual de Cultura, ao lado do Palácio da Aclamação no Campo Grande. Até a próxima semana os soteropolitanos poderão indicar a mulher negra que merece ser homenageada. Basta acessar www.mulhernegra.salvador.ba.gov.br e votar.

Com base na Lei 7.440/2008 o prefeito João Henrique instituiu o 25 de julho como o Dia Municipal da Mulher Negra. Este ano, o prêmio é também uma homenagem que a Prefeitura de Salvador, através da Secretaria Municipal da Reparação (Semur) faz a Edialeda Salgado, primeira mulher negra a ocupar uma Secretaria de Estado no Brasil e que sempre lutou em prol dos direitos das mulheres negras. Médica nascida no Rio de Janeiro, a ativista foi figura determinante no movimento de conquistas das mulheres.
Fonte: SEMUR

domingo, 18 de julho de 2010

Lançada nova edição do boletim Tempo em Curso

Prezado leitor e prezada leitora do “Tempo em Curso”.
Com satisfação informo que já se encontra disponível no portal do LAESERwww.laeser.ie.ufrj.br) a sexta edição, de 2010, do boletim eletrônico mensal de nosso Laboratório. (
O “Tempo em Curso” é dedicado ao estudo dos indicadores do mercado de trabalho metropolitano brasileiro desagregado pelos grupos de cor ou raça e gênero. Os dados comentados nesta edição são os referentes ao mês de abril de 2010.
Como destaque do presente número, foi observado que no mês de abril ocorreu um movimento de continuidade da elevação das desigualdades de cor ou raça em termos dos rendimentos médios habituais do trabalho principal. Assim, entre fevereiro e abril do mesmo ano, estas assimetrias se elevaram 92,9%, para 94,3% favoravelmente aos trabalhadores de cor ou raça branca.
Nesta edição também pode ser comentado em especial que no interior de todos os setores de atividades econômicas os pretos & pardos percebem rendimentos inferiores aos brancos. Assim, as assimetrias, foram de 64,6%, no setor industrial; 86,3%, na construção civil; 78,1%, na administração pública; e, de 143,7%, no setor de serviços prestados às empresas.
O setor de atividade no qual a assimetria de rendimentos entre brancos e pretos & pardos era menor era o dos serviços domésticos, no qual os primeiros recebiam em média 9,6% a mais do que os segundos. Como ironia, a realidade de que este setor, tradicional campo de ocupação de mulheres pretas & pardas, era justamente o pior em termos de remuneração.
Mais uma vez, nós do LAESER, contamos com vosso diálogo, críticas e reflexões.
Boa leitura!
Marcelo Paixão – Professor do Instituto de Economia da UFRJ; Coordenador do LAESER
 

sábado, 17 de julho de 2010

I Ciclo Nacional de Conversas Negras: “Agosto Negro ou o que a História Oficial Ainda Não Conta” será realizado em Maceió - AL

por Arísia Barros

O Brasil é o segundo país com maior concentração de população negra do mundo. Alagoas é o segundo menor estado da federação e o maior em desigualdade racial, apesar de toda importância histórica de Palmares.
O I Ciclo Nacional de Conversas Negras: “Agosto Negro ou o que a História Oficial Ainda Não Conta” que acontece no período de 24 a 26 de agosto, é movimento concentrado de esforços individuais e coletivos para o enfrentamento do racismo estrutural e suas conseqüências sociais e traz como principio o estabelecimento de canais de comunicação entre a população e as instituições locais, incentivando o sentimento de pertencimento étnico e social.
O I Ciclo Nacional de Conversas Negras: “Agosto Negro ou o que a História Oficial Ainda Não Conta” nasce de uma interlocução entre o movimento social negro/Projeto Raízes de Áfricas e diversas instituições, dentre elas, o Ministério da Igualdade Racial e o Ministério de Educação/SECAD, a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas, Braskem, Livrarias Paulinas,dentre outras parcerias, ainda não confirmadas, e tem como objetivo construir e consolidar movimentos permanentes para a promoção da abolição de idéias, conceitos, preconceitos que interferem na construção do ideário sócio-étnico.
Como também aproximar a sociedade do ideário acadêmico e a academia das conversas negra/sociais e de pesquisas que exploram de forma positiva a etnicidade negra.
Tendo como um dos alicerces a transversalidade da Lei Federal nº10.639/03, que criou a obrigatoriedade do estudo da África e dos afro-descendentes no currículo escolar,em Alagoas com a especificidade da Lei Estadual nº 6.814/07, o I Ciclo Nacional de Conversas Negras: “Agosto Negro ou o que a História Oficial Ainda Não Conta”, será aberto a diversas artes que dialoguem sobre pertencimento identitário e nossas histórias afirmativas.
Construir Conversas Negras é criar possibilidades de reflexão e o redimensionamento da questão estrutural do racismo, não só nos currículos das escolas alagoanas, mas em todos os espaços formativos na busca de criar um processo de diálogo social que contemple e problematize temas relacionados com a descriminação e desigualdades raciais.
E, sobretudo discutir o racismo como violência de caráter endêmico, implantada em um sistema de relações assimétricas, fruto da continuidade de uma longa tradição de práticas institucionalizadas.

O (Black Agost) Agosto Negro
O (Black Agost) Agosto Negro surgiu na década de 70 na Califórnia, nos Estados Unidos, caracterizando-se como um mês de grande significado para a cultura negra por ser uma data de resistência contra à repressão e de esforços individuais e coletivos contra o racismo.
Na época, o movimento foi comandado pelo grupo americano Black/New Afrikan Liberation Moviment e nasceu a partir de ações de homens e mulheres que lutaram contra as injustiças sobre os afro descendentes.
A repercussão positiva do movimento negro norte-americano originou adaptações do Black Agost à realidade local de outros países - como Cuba, Jamaica, África do Sul, França e Rússia - que enfrentam a discriminação e desigualdade racial.
1-Objetivo:
Estabelecer movimento concentrado de esforços individuais e coletivos para o enfrentamento do racismo estrutural e suas conseqüências sociais.
2-Objetivos específicos:
1-Estabelecimento de canais de comunicação entre a população e as instituições locais, incentivando o sentimento de pertencimento étnico e social;
2-Agregar valores aos currículos institucionais contemplando e problematizando temas relacionados com as questões que dizem respeito ao negro na sociedade brasileira. Lei Caó nº 7.716/89. Lei Federal nº 10.639/03. Lei Estadual nº 6.814/07.
3-Aproximar a sociedade do ideário acadêmico e a academia das conversas negras/sociais e de pesquisas que exploram de forma positiva a etnicidade negra;
4- Socializar ferramentas didáticas e conteúdos referentes ao ensino da História da África e cultura afro-brasileira.
3- Sujeitos de Direito:

150 vagas abertas ao público,a partir do dia 30 de julho.

Para solicitar sua inscrição envie um e-mail para:
Mais informações: 8815-5794/8898-0689/8882-2033

Cadernos negros 32 é o mais recente volume da série

Neste volume 32, há autores já experientes e outros estreantes, de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Brasília, Pernambuco e Rio Grande do Sul, formando um mosaico da escrita afro ao longo do tempo e pelo país. Os contos passeiam por temas e estilos variados, indo da ironia ao drama, havendo inclusive textos curtos que flertam com a poesia, como os de Débora Almeida, Fátima Trinchão, José Luanga e Hélio Penna, por exemplo.

No que se refere a mexer com o leitor, um dos contos que chama a atenção é o de Sergio Ballouk, que, a partir dos questionamentos de uma criança, apresenta uma reflexão sobre participação política, eleição, temas muito atuais neste ano de 2010, e que merecem um olhar mais demorado. O conto é escrito com leveza, com pitadas de ironia, o que o torna gostoso de ser lido mas não lhe tira o potencial crítico nem a capacidade de nos levar a pensar sobre o assunto que aborda.

Tal também é a situação do conto de Sidney de Paula, que, a partir de enumeração de ícones da música negra dos anos 70, nos embala na viagem nostálgica do seu personagem, preso às obrigações formais da vida cotidiana mas guardando dentro de si a doce lembrança dos “bons tempos” dos bailes, namoros e primeiros anos de casamento. Neste conto, a surpresa fica para o final, ao mesmo tempo bem humorado e cáustico. Neste conto não há concessões, desnudam-se as emoções do personagem, levando-nos a ver sob vários ângulos a natureza humana, seja ela boa ou ruim.

Por outro lado, temos contos em que o drama, a tensão, o mergulho nos conflitos interiores das personagens é fundamental. Nesse sentido, podemos citar o conto de Serafina Machado, belo, sofrido, dolorido mas também esperançoso, que pauta questões como estética, beleza, autoestima, sem ser piegas ou rançoso, mas buscando as razões pelas quais sua personagem é levada a se considerar “feia” desde os primeiros anos na escola e a se esconder atrás de “máscaras”, e mostrando a forma como ela supera essa situação e (re)descobre seu valor e sua beleza. Esse conto, uma pequena obra-prima, nos arrasta de modo inapelável ao sofrimento, fazendo-nos torcer pela personagem, para depois nos mostrar que o prazer está bem ali na nossa frente.

Outro conto também entra nessa perspectiva de não nos deixar respirar durante algum tempo. É o texto de Cuti, em que também no centro, a princípio, estão questões estéticas. Neste caso o conflito se relaciona ao cabelo da personagem. O cabelo também é tema do conto de Cristiane Sobral, mostrando que esse aspecto é recorrente talvez porque quando o escritor negro escreve sobre o seu povo, o vê como um todo, como mente e corpo, e uma das formas que a sociedade tem de questionar o corpo negro é menosprezando o uso do cabelo em sua forma natural, e isso desde crianças. Esse tema também preocupou o ator norte-americano Chris Rock, que realizou um documentário a respeito. No CN32, no conto de Cuti, a personagem se vê dividida entre usar o cabelo ao natural ou alisá-lo para facilitar a colocação no mercado de trabalho; aqui temos consciência x sobrevivência, um dilema que vai se desfiando pela bela linguagem tecida pela arte de Cuti, que não nos deixa esquecer que em Cadernos Negros o que se procura é fazer boa literatura.

Também em Cadernos temos um amplo painel que nos traz a literatura periférica, aqui nas vozes escritas de Sacolinha e Michel Yakini, dois expoentes dessa literatura, e o experimentalismo  formal representado por Fausto Antônio, num texto que fala de separação.

Assim, Cadernos Negros, organizado por Esmeralda Ribeiro e Márcio Barbosa, vai cumprindo sua missão, que é a de levar ao leitor um pouco do que se tem produzido no Brasil em termos de literatura afro.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Curso aborda a "Dança e a música afro-baianas" - BA

História Socioeconômica da Bahia: Afrodescendência
A DANÇA E A MÚSICA AFRO-BAIANAS
Profa. Dra. Suzana Martins

PROGRAMAÇÃO
 
3º Módulo - AGOSTO
Dias: 09, 10, 11, 12 e 13 de agosto
Parte I: Teórica
- Algumas palavras introdutórias sobre as matrizes estéticas da música e da dança afro-baianas;
- Características das danças e músicas populares: afoxés, samba-de-roda e blocos afros;
- Características das danças sagradas: danças dos orixás;
- Apreciação do vídeo com comentários;

Parte II: Prática com música ao vivo
- Introdução e desenvolvimento à dança e músicas populares afro-baianas;
- Introdução e desenvolvimento do gestual e dos ritmos da música e da dança de alguns orixás.

Coordenação: Profa. Ms. Selma Fraga Costa
Será fornecido certificado.
Local: Auditório do Museu Carlos Costa Pinto
Horário: 17 às 19 horas
Carga horária de cada módulo: 10 horas
Taxa única: R$ 60,00 por módulo
Inscrição: Setor Educativo (de segunda a sexta) e Loja do Museu (sábado)
das 14:30 às 19:00 horas. 
Tel.: (71) 3336-6081 - Ramal 5
Av. Sete de Setembro, 2490 - Corredor da Vitória

Lançamento do livro Memorial Mãe Menininha do Gantois - BA

(Clique na imagem para amplia-la)

África: dinâmicas culturais e literárias - MG

A PUC Minas, a UFMG e a UFOP realizarão, no período de 8 a 11 de novembro de  2010, na Cidade de Ouro Preto, o IV Encontro de Professores de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, em continuidade à iniciativa da Universidade Federal Fluminense, que, em 1991, organizou o primeiro evento, seguido pelos encontros sediados pela USP em 2003  e pela UFRJ em 2007. No IV Evento será formalmente instalada a Associação Internacional de Estudos Literários e Culturais Africanos – AFROLIC.
O IV Encontro pretende constituir-se em um fórum de discussão sobre repertórios culturais pelos quais a África se faz conhecer, problematizando- os. Intenta rever, sob o signo da diversidade cultural, conceitos e idéias a partir dos quais o continente é comumente pensado. Nesse contexto, visa também refletir sobre os diálogos que a literatura e as outras artes têm promovido com os horizontes políticos e sociais Há na contemporaneidade uma descrença em relação ao futuro do planeta, associada ao chamado fim das utopias. Daí a necessidade de se discutirem projetos políticos ligados à questão da nação no domínio da literatura e das artes em geral.
Os repertórios culturais do continente pensam, com especificidade, essa questão, que se desdobra em outras. Que proposições e visões de futuro podem ser percebidas nos textos literários e artísticos em geral? Como as produções artísticas e críticas buscam responder aos desafios da contemporaneidade?  De que maneira essas questões se relacionam com propostas de reciclagem das formas artísticas em sua relação com as novas tecnologias?

Secretaria da Educação realiza curso de Educação Indígena - BA

De 16 a 28 de agosto de 2010, o Hotel Vila Velha, na Vitória, em Salvador, se torna palco do curso Educação Indígena na sala de aula. O projeto acontece das 8 às 18 horas e tem o propósito de desenvolver a investigação crítica sobre índios.

A formação é voltada para professores da Educação Básica das redes públicas estadual e municipal de ensino da Bahia, bem como gestores e demais envolvidos no processo escolar. Foram disponibilizadas 160 vagas.

A iniciativa da Secretaria da Educação, por meio do Instituto Anísio teixeira, se insere no conjunto de ações frente à luta do indígena, no comprometimento com transformações da escola contemporânea.

FONTE: Evolução Hip Hop

quarta-feira, 14 de julho de 2010

II Congresso Baiano de Educadores Negros - BA

O II Congresso Baiano de Educadores Negros, (II COBAENE), tem como objetivo reunir as Educadoras e os Educadores Negros que atuam na implementação das Diretrizes Curriculares para a Educação das Relações Étnico-raciais, visando discutir e avaliar os avanços obtidos com o advento da lei 10.639/03, bem como possibilitar a ação política organizada desses atores, fortalecendo seu dialogo com outros setores da sociedade e dando visibilidade ao seu olhar sobre as políticas publicas voltada para a educação.
Dessa maneira, as (os) interessadas (os) em participar, podem se inscrever no Colégio Central entre os dias 12 e 21 de julho (apenas dias úteis), das 9 às 17 horas.

Taxa de inscrição: R$ 20,00 (vinte reais).
As vagas são limitadas e as inscrições podem ser encerradas a qualquer momento que atingir o limite.

Abertura: 23 de julho no Espaço Cultural da Câmara Municipal de Salvador, sub-solo do Palácio Tomé de Souza – Praça da Sé.
Conferencista: Professor Kabengele Munanga.
Tema: “Desafios e Perspectivas para uma Educação Plural, Democrática e Cidadã.”
Mesas temáticas:24 e 25 de julho – Colégio Central da Bahia - Nazaré

terça-feira, 13 de julho de 2010

Acesso e permanência na Universidade: ações afirmativas em debate - RJ

A Direção da Faculdade de Educação da UFRJ convida professores, estudantes e técnicos administrativos para o debate sobre as propostas de ações afirmativas relacionadas ao acesso e permanência na UFRJ.

Participantes:

  Ana Maria Ribeiro - presidente da Comissão de Acesso do Conselho de Ensino de Graduação
  Marcelo Correa e Castro - Decano do Centro de Filosofia e Ciências Humanas -CFCH
  Marcelo Paixão -  Professor do Instituto de Economia e representante do CCJE no CONSUNI

Local:  Auditório Manoel Maurício  de Albuquerque  do CFCH 
Data:  16 de julho de 2010  às 14 hs

Este debate se insere no âmbito da comemorações do  42 º aniversário da Faculdade de Educação e do 90º   aniversário de criação da UFRJ.

Atenciosamente

Ana Maria Monteiro

Diretora da Faculdade de Educação -UFRJ

CEAO abre inscrições para curso de formação de professoras(es) - BA

O Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) inscreve até o dia 6 de agosto para o Curso de Formação de Professores para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileiras, profissionais da educação (Diretores, Coordenadores e Professores) das redes públicas federal, estadual e municipais. O curso é apoiado pelo Ministério da Educação, através da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD/MEC). Mais informações no site do curso (www.cursoensinoafro.ufba.br) ou pelo telefone 3283-5519, de segunda a sexta-feira, das 13 às 17 horas (Falar com Profa. Zelinda ou Lucylanne).

Ficha de Inscrição

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Câmara de Salvador fará Sessão Especial em homenagem aos 100 anos do Ilê Axé Opô Afonjá - BA

(Clique na imagem para ampliá-la)

África mais acessível

O Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo (USP) começa a disponibilizar na internet documentos e livros raros que tratam de temas como história, geografia e escravidão no continente do século 16 ao 19
O projeto Brasil África, que tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa - Regular, já construiu a base de dados sobre os documentos para facilitar a pesquisa detalhada das referências e começa a digitalizar imagens.
 
De acordo com a Márcia Moisés Ribeiro, pesquisadora do IEB e coordenadora do projeto, o objetivo é permitir o acesso a livros e documentos raros sobre o continente africano.
"O IEB possui uma das mais importantes bibliotecas de livros raros de São Paulo. A ideia foi construir um banco de dados para reunir informações sobre esses documentos e obras que, em seguida, serão digitalizados e disponibilizados" , disse à Agência FAPESP. Márcia atualmente desenvolve o projeto de pesquisa "Medicina e escravidão nas dimensões do universo colonial: a América portuguesa e o Caribe francês no século 18", que será concluído no fim do ano.
 
O site já conta com informações detalhadas sobre cada documento selecionado. "Há dados sobre autor, obra, data e local da publicação. A base de dados traz também um breve resumo de cada documento indicado", explicou. É possível encontrar documentos que envolvem as mais diversas áreas sobre o continente, como história, geografia, medicina, religião e temas relacionados ao tráfico de escravos. "São livros raros de viagem, de medicina, sobre a fauna e flora, além da história e das religiões africanas. Sobre a escravidão, há assuntos relacionados ao comércio e tráfico negreiro, como condições da travessia desses escravos, entre outros temas", disse Márcia.
 
O processo de digitalização dos documentos da base de dados foi iniciado em maio e a previsão é que até o fim deste ano todas as obras estejam disponíveis no site. A pesquisadora estima a existência de cerca de 600 documentos e livros raros sobre a África nas várias coleções do IEB. "Até agora trabalhamos apenas com os documentos da biblioteca do IEB, que tem cerca de 300 documentos que já estão no banco de dados, mas ainda não disponíveis na versão digital, que será disponibilizada em julho. A próxima etapa será a documentação do arquivo, no qual se encontram os manuscritos" , destaca. Nos manuscritos há diversas correspondências entre governantes da África e governadores das capitanias brasileiras. "É uma documentação rica, sobretudo porque muitos são documentos únicos", disse Márcia.
 
Divulgar e preservar
 
De acordo com a historiadora, a ideia surgiu a partir de sua própria pesquisa. "Trabalho com história da medicina e escravidão no período colonial e, ao ter contato com o material no IEB, percebi que o instituto guardava documentos e livros importantes para historiadores" , contou.
 
Grande parte dos temas envolvendo o continente africano, segundo ela, era estudada principalmente pela relação com a escravidão. "Mas, nas últimas décadas, outros temas relacionados à África têm despertado interesse de pesquisadores. A história do continente, por exemplo, só passou a ser obrigatória como disciplina há cerca de dez anos, nos programas das universidades. Mas ainda é restrita, quando comparada com a história da América, por exemplo", destacou.
 
Márcia salienta que, ao ampliar o acesso a textos e imagens raras - com possibilidades de impressão -, será possível estimular os estudos de forma geral sobre o continente.
"Além de democratizar o acesso pela internet, a digitalização é uma forma de preservar as obras raras, evitando o manuseio excessivo e desgaste", disse.
 
Mais informações: www.ieb.usp. br/online/ telaSubCateg. asp?id=23

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Minicurso “O Islã na África Ocidental: gênero, autoridade, identidade e modernidade” - BA

Minicurso
Dra. PENDA MBOW – DAKAR, SENEGAL
O programa Sephis  no Brasil convida todos a participarem do minicurso “O Islã na África Ocidental: gênero, autoridade, identidade e modernidade ” a ser realizado no CEAO com a historiadora senegalesa Penda Mbow. A professora Penda tem uma história de pesquisa ligada ao Islã e a questão de gênero e cidadania. Ela foi diretora do Instituto de Gênero do Codesria; tem um Doutorado honoris causa pela Universidade de Uppsala na Suécia, também é consultora do UNIFEM e da embaixada da Holanda; é membro consultivo do gênero do CEDEAO e foi ministra da educação no Senegal; com a Présence Africaine de Paris ela trabalha como correspondente e é editora da Africa Zamani.
O quê? Minicurso com a Dra. Penda Mbow
Sobre? O Islã na África Ocidental e questões de gênero, autoridade, identidade e modernidade.
Onde? CEAO – Largo dois de julho, Salvador – BA
Dias? 3-5 de agosto de 2010.
Horário? 18.30 às 20.30h.
Número de vagas? 30
Valor? R$30, 00
Inscrições onde?  Na sala do Sephis exclusivamente às terças e quintas à tarde ou durante a semana na secretaria do Ceao
Haverá tradução? Sim
Haverá certificado? Sim, com entrega no último dia de curso.
Informações  com
Alyxandra Gomes – Coordenadora do Sephis
alyxandragomes@yahoo.com.br, Tels.71-87246364//33627552
 

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Entrevista com Céres Santos, nova coordenadora do CEAFRO - BA

Hoje, 08 de julho, às 17h, no auditório do CEAO, em Salvador, a jornalista e mestra em Educação, Céres Santos, assume o cargo de coordenadora do CEAFRO. Em entrevista exclusiva para o CORREIO NAGÔ, a nova coordenadora fala dos desafios e prioridades dessa nova gestão.

O que é o CEAFRO?
O CEAFRO/UFBa é um programa do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) da Universidade Federal da Bahia (UFBa) cuja missão é de enfrentamento do racismo e sexismo para a promoção da igualdade de oportunidades entre os negros e não-negros e entre mulheres e homens, tanto pela sociedade civil, como pelo Estado, a partir da implantação de políticas públicas. Para isso tem desenvolvido projetos educacionais e profissionalizantes direcionadas à comunidade negra, com foco na identidade racial e de gênero; à educadores das redes públicas de Educação, junto a comunidades quilombolas, por exemplo.

Quais são os novos desafios do CEAFRO/UFBA após completar 15 anos de existência?


São muitos. É preciso que se observe o contexto atual das relações raciais no Brasil. Em 15 anos tivemos
alguns avanços nessa caminhada, fruto da militância do Movimento Negro Brasileiro. Isso é inegável. No entanto, enfrentamos novos problemas, resultado das resistências raciais em aceitar ações que promovam, de fato, a comunidade negra, entendendo como comunidade negra, um universo que compreende suas
culturas, identidades, suas manifestações culturais e religiosas, o seu jeito de ver e conceber o mundo. Um exemplo são as dificuldades para a implantação da Lei 10.639, que estabelece a inclusão nos currículos escolares das culturas afro brasileiras e africanas; e a necessidade de ações para a permanência
dos/as cotistas no Ensino Superior. Nesse item, não podemos desconsiderar o nocaute a luta anti-racistas dado pelo Congresso Nacional ao aprovar o que anteriormente era chamado de Estatuto da Igualdade Racial. O documento final foi aprovado sem o artigo que tratava das Ações Afirmativas e cotas para ampliar o
acesso da comunidade negra no ensino superior, um retrocesso de grandes consequências negativas a luta contra o racismo.

Não podemos esquecer que foi através do CEAO, o CEAFRO/UFBa conseguiu reunir várias entidades do Movimento Negro e constituir o ComitêPró-Cotas que apresentou uma proposta de políticas de Ações Afirmativas a UFBa, aprovada em maio de e com validade por 10 anos e que agora, toda essa luta está
correndo risco não só na Bahia, mas em todo o país. Então, o CEAFRO/UFBa completa 15 anos, tendo que estar atento, reflexivo e preparado para propor ações nesse novo cenário diaspórico, dentro dos seus princípios que contemplam a ancestralidade, a identidade e a resistência.


Quais as prioridades do CEAFRO/UFBA nessa sua gestão?

Estamos exercitando uma gestão colegiada na qual estão sendo discutidas novas possibilidades de intervenção institucional. É importante que se destaque que desde dezembro de 2010 que o CEAFRO/UFBa
iniciou um processo de refortalecimento institucional com vistas a manter-se em um local de destaque nacional no enfrentamento do racismo e do sexismo. Nesse sentido, não só as relações institucionais estão sendo revistas, mas também rotinas de trabalho, formações internar e novos projetos para 2011. Nos últimos
anos o CEAFRO/UFBA tem centrado suas ações na formação de educadores para a diversidade de raça e gênero na sala de aula; na formação de gestores para o enfrentamento do racismo, no refortalecimento de entidades de mulheres para combater a violência, por exemplo. Além da continuidade dessas ações estamos
sentindo a necessidade de retomar ações diretas com e para a juventude negra; de intensificar a produção científica das experiências desenvolvidas pelo CEAFRO/UFBa e por sua equipe. Ou seja, estamos produzindo conhecimento e esse conhecimento precisa ser mais socializado com a sociedade. Como sou jornalista, estou elaborando uma proposta de ações educativas na linha da metodologia de Educom para ser
desenvolvida nos projetos do CEAFRO/UFBa. Na verdade não estamos propondo mudanças de grande impacto porque as ações que o CEAFRO/UFBa desenvolve são muito consistentes, teoricamente. Desejo sim, ampliar as ações educativas associando a importância da democratização da Comunicação e de práticas de
Educom.


Qual será o papel do Conselho Consultivo que será lançado dia 08 de julho?

Em 15 anos, o CEAFRO/UFBa amadureceu a idéia de que um Conselho Consultivo tem um papel fundamental de refortalecimento institucional. Um Conselho Consultivo, formado por pessoas cujas trajetórias de vida foram marcadas por ações de enfrentamento do racismo e do sexismo, é fundamental para que nos aconselhem, sempre que necessário. É uma forma de reconhecimento e, ao mesmo tempo, de acolhimento do CEAFRO/UFBa, uma manifestação cultural muito presente nas religiões de matriz africana, onde ‘os
mais velhos’ são sempre consultados diante de novos desafios. A maioria das pessoas que forma o Conselho já é por nós consultadas, com alguma freqüência. Na verdade, estamos formalizando um grupo de apoio institucional.


Você, na condição de jornalista, pretende incorporar o debate sobre o direito à
comunicação nos projetos do CEAFRO/UFBA?

Com certeza. Se estamos falando de enfrentamento do racismo e sexismo, de democracia, direitos humanos não podemos excluir a discussão e ações sobre a democratização da comunicação. A luta anti-racista brasileira tem uma história ainda nem conhecida pela maioria das pessoas que cursa ou cursou jornalismo. Penso que a lei 10.639 pode mudar isso. Mas afora essa questão sabemos do papel dos Meios de Comunicação de Massa em manter, reproduzir relações de exclusões e esteriótipos.

Quando eu fiz a minha pesquisa de Mestrado sobre imprensa e Ações Afirmativas, fiquei espantada com alguns dosresultados. Da maioria das pessoas entrevistadas para tratar da aplicação de políticas de Ações Afirmativas para ampliar o acesso de negros/as no Ensino Superior as mulheres negras foram as menos ouvidas sobre o tema. Enquanto foramentrevistadas 53 mulheres brancas apenas 20 negras forma ouvidas. Já entre os
homens, outro disparate: 222 homens brancos entrevistados contra 33 homens negros. Mesmos soltos esses dados demonstram uma explicita exclusão da comunidade negra ao discurso midiático discriminação de raça e gênero.

Por isso, entendo que podemos discutir sim, o direito à comunicação de uma forma diferenciada, que contemplequestões específicas dos processos de exclusão gerados e mantidos pelo racismo e sexismo com projetos voltados para a formação de jovens comunicadores populares; de incluir na formação de educadores a Educom, de estimular e capacitar jovens e mulheres quilombolas para a criação e gestão de rádios
comunitárias etc.


Qual a mensagem que você deixa para a comunidade negra, em especial da Bahia, que tem no CEAFRO/UFBA uma referência na luta pela igualdade racial e de gênero?

A mudança da coordenação executiva do CEAFRO/UFBa faz parte de um rito de passagem, de uma vontade de coletivizar, democratizar espaços, olhares e práticas de enfrentamento ao racismo e sexismo. Cada mudança de coordenação tem um papel simbólica e real de renovação de energias. Na verdade, a essência que move o CEAFRO/UFBa -,divulgada, na sua missão e princípios institucionais - será mantida, com a mesma garra e vigor das gestoras anteriores, Vanda Sá Barreto, Valdecir Nascimento e Vilma Reis. Afinal, enquanto existir o racismo e o sexismo, precisaremos resistir e sermos propositivas. Por isso, o CEAFRO/UFBa, em seus 15 anos de existência, continuará se preocupando e investindo na formação de sua equipe para que possa manter-se firme e competente nessa jornada ao lado das entidades negras e de mulheres.

Mais informações sobre o CEAFRO no www.ceafro.ufba.br
Por Paulo Rogério

FONTE: Correio Nagô

Ministro da Igualdade Racial debaterá sobre o Estatuto da Igualdade - SP

QUINTA-FEIRA, 08 DE JULHO, SEDE NACIONAL DA EDUCAFRO
 
Programação:
19h00 - Boas Vindas
19h05 - Mensagem da Educafro
19h15 - Exposição do Ministro da SEPPIR, Elói Ferreira
20h00 - Cinco pessoas do público serão sorteadas para, por 2 minutos, fazer perguntas ou contrapor a fala do Ministro.
20h10 - Dois especialistas em Direitos Humanos do Ministério Público de São Paulo farão sua avaliação do quanto o Estatuto será ou não útil, como mais uma ferramenta na luta pelos Direitos Humanos da população negra. São eles:
1)      Dra. Deborah Kelly Affonso – Coordenadora de Direitos Humanos do Centro de Apoio Civil do Ministério Público de São Paulo (convocou a SPFW por meio de um TAC  a incluir negros/as nos desfiles)
2)      Dr. Eduardo Ferreira Valério – Segundo Promotor de Justiça dos Direitos Humanos do Ministério Público de São Paulo.
20h40 – Próximos passos
21h00 - Encerramento 


    

Concurso Nacional de Pesquisa sobre Cultura Afro-Brasileira, Comunidades Tradicionais e Cultura Afro-Latina

Inscrições até 16 de agosto

Constitui objeto do presente Concurso a premiação de monografias de conclusão de graduação e dissertações de mestrado que versem sobre Cultura Afro-Brasileira, Comunidades Tradicionais ou Cultura Afro-Latina.

Confira o edital e os anexos:

As dúvidas referentes ao presente Concurso poderão ser esclarecidas através do endereço eletrônico premiopalmares2010@palmares.gov.br
http://www.cultura.gov.br/site/2010/07/07/concurso-nacional-de-pesquisa-sobre-cultura-afro-brasileira-comunidades-tradicionais-e-cultura-afro-latina/

2. DA PREMIAÇÃO
2.1 Serão premiados os melhores trabalhos em cada uma das 5(cinco) regiões brasileiras,
selecionados em cada uma das 3(três) Áreas Temáticas propostas (Cultura Afro-
Brasileira, Comunidades Tradicionais e Cultura Afro-Latina) e premiados por Categoria
(Monografia ou Dissertação) , totalizando 30 (trinta) premiações – conforme
demonstrado no quadro abaixo:
 
CÓDIGO ÁREA TEMÁTICA CATEGORIAS 1º LUGAR
1 CULTURA AFRO-BRASILEIRA
Monografia: R$ 4.000,00
Dissertação R$ 8.000,00

2 COMUNIDADES TRADICIONAIS
(Quilombos e Comunidades Religiosas de Matriz Africana)
Monografia: R$ 4.000,00
Dissertação R$ 8.000,00

3 CULTURA AFRO-LATINA 
Monografia: R$ 4.000,00
Dissertação R$ 8.000,00

Total por Região R$ 36.000,00
TOTAL (5 regiões) R$ 180.000,00