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CALENDÁRIO NEGRO – OUTUBRO

1 – Independência da Nigéria (1960)
2 – Independência da Guiné-Conacri, também chamada de República da Guiné para se distinguir da vizinha Guiné-Bissau (1958)
3 – Nasce no bairro do Engenho de Dentro, Rio de Janeiro o cantor Orlando Garcia da Silva - Orlando Silva, o "Cantor das Multidões" (1915)
3 – Nasce no bairro do Cachambi, Zona Norte do Rio de Janeiro, o compositor, violonista e arranjador Cláudio Jorge de Barros, Cláudio Jorge (1949)
4 – Nasce em Rua Domingos Lopes, n. 298, Madureira (RJ), o compositor Silas de Oliveira Assumpção. Autor de "Meu Drama" (Silas e J. Ilarindo), "Aquarela Brasileira", "Cinco Bailes da História do Rio" (Silas, D. Ivone Lara e Bacalhau), "Heróis da Liberdade" (Silas e Mano Décio), entre outros (1916)
5 – Nasce Neil deGrasse Tyson, divulgador científico, dramaturgo e astrofísico estadunidense (1958)
5 – Nasce em Chicago (EUA), Bernard Jeffrey "Bernie" McCollough, o ator e comediante Bernie Mac (1957)
6 – Nasce no Rio de Janeiro, o cantor e compositor José Flores de Jesus - Zé Keti (1921)
6 – O Bloco Afro Ilê Aiyê, através da resolução n. 4003/89, torna-se uma entidade de utilidade pública (1989)
6 – Criação do Coletivo de Mulheres Negras de São Paulo (1983)
7 – Nasce nos Estados Unidos, o fundador do movimento "Black Muslims", Elijah Muhammed (1897)
8 – Nasce em Greenville, Carolina do Sul, (EUA), Jesse Louis Burns, senador, reverendo Jesse L. Jackson (1941)
8 - Toni Morrison torna-se a primeira afro-americana a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura (1993)
9 – Nasce em Nova Orleans (EUA), Ernest "Dutch" Moreal, primeiro prefeito negro de Nova Orleans (1929)
9 – Nasce em São Paulo o poeta, ensaísta e crítico Mário de Andrade (1893)
9 – Independência de Uganda (1962)
9 – Nasce em Campos (RJ), o jornalista, orador, publicista e político, José Carlos do Patrocínio - José do Patrocínio (1853)
10 – Nasce em Irará (BA), o goleiro da Seleção Brasileira de Futebol Nelson de Jesus Silva, Dida (1973)
11 – Inicia-se no Rio de Janeiro, o I Encontro dos Negros do Sul e Sudeste (1987)
11 – Dia Internacional de Solidariedade aos Presos Políticos da África do Sul
11 – Nasce em São Luiz (MA), Maria Firmina dos Reis. Escreveu "Úrsula" em 1859, considerado o primeiro romance escrito por mulher no Brasil e, igualmente, o primeiro romance abolicionista (1825)
11 – Nasce em Salvador/BA, Samuel dos Santos, ator que ficou famoso ao interpretar o Tio Barnabé, do Sítio do Pica Pau Amarelo (1922)
11 – O novo Código Penal da República transforma a capoeira em crime (1890)
11 – Nasce no Catete (RJ), Angenor de Oliveira, o Cartola. Compositor, poeta e fundador da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira. Compôs sucessos como: "Não quero mais amar ninguém", "Quem me vê sorrir", “Divina Dama", "As rosas não falam", "Camarim" (1908)
11 – Nasce em Pedreiras (MA), o compositor João Batista do Vale - João do Vale (1934)
12 – Nasce em Serro (MG), o compositor José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita. (1746)
12 – Explode na África do Sul a Guerra dos Bôeres entre ingleses e "africânderes" que teve profunda influência no destino dos negros sul-africanos (1899)
12 – Com a presença de mais de mil pessoas, é aprovado o Estatuto da Frente Negra Brasileira (1931)
12 – Nasce em Goiás, o cantor, instrumentista, professor e compositor José do Patrocínio Marques Tocantins, autor do "Cântico da Cerimônia do Lava pés" e "Salutaris Hóstia" (1851)
12 – Nasce em Caruaru (PE) o cantor, compositor e radialista Luís Rattes Vieira Filho, Luís Vieira (1928)
12 – Independência de Guiné-Equatorial (1968)
13 – Nos Estados Unidos, o escravo Jo Anderson inventa uma máquina para ceifar o trigo (1831)
13 – Fundação no Rio de Janeiro, do Teatro Experimental do Negro - TEN (1944)
13 – O Tribunal Superior do Trabalho, numa decisão inédita, desferiu um golpe no racismo nas empresas. O técnico da Eletrosul Vicente do Espírito Santo, foi recontratado depois de prover que havia sido vítima de discriminação pelo chefe que queria "branquear o departamento" (1996)
14 – Nasce no Rio de Janeiro, o cantor, instrumentista e compositor Armando Vieira Marçal - Armando Marçal (1902)
14 – Martin Luther King Jr. recebe o Prêmio Nobel da Paz (1964)
15 – O atleta João Carlos de Oliveira, João do Pulo, bate o recorde mundial do salto triplo, nos Jogos Pan-Americanos na Cidade do México com a marca de 17,89m (1975)
16 – O arcebispo Desmond Tutu recebe o Prêmio Nobel da Paz (1984)
16 – Nasce em Caratinga (MG) o cantor Agnaldo Timóteo (1936)
16 – O Presidente de Burquina Faso, Thomas Sankara é assassinado após um golpe de estado liderado por seu antigo companheiro Blaise Campocouré (1987)
16 – Libertação dos escravos em Pelotas (RS) (1884)
16 – Publicação de Lei proibindo o açoite nos castigos aos escravos (1886)
16 – Os atletas americanos Tommie Smith e John Carlos, medalhas de ouro e bronze nos 200 metros rasos nos Jogos Olímpicos do México, tornam-se mundialmente conhecidos ao subirem o pódio e acompanharem a execução do Hino Nacional Americano com os punhos erguidos calçados por luvas pretas, saudação característica do Movimento Black Power (Poder Negro) (1968)
16 – Wole Soyinka, escritor nigeriano, recebe o Prêmio Nobel de Literatura (1986)
17 – Nasce em Monte Azul Paulista (SP), o poeta e contista Abelardo Rodrigues (1952)
18 – Nasce em Uberabinha, atual Uberlândia (MG), Sebastião Bernardes de Souza Prata - Grande Otelo (1915)
18 – Nasce em Cachoeiro do Itapemirim (ES), o líder sindical ferroviário Demisthóclides Batista, Batistinha (1925)
18 – Nasce o cantor e instrumentista Chuck Berry (1926).
18 – Nasce em Pau Grande/RJ, Manuel Francisco dos Santos, o Garrincha, famoso jogador de futebol (1933)
19 – É publicado no Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, o folhetim triste Fim de Policarpo Quaresma, do escritor Lima Barreto. (1911)
19 – Nasce em Grange Hill, Westmore Land, Jamaica, Winston Hubert Mc'Intosh, Peter Tosh - "O Furacão da Jamaica" (1944)
19 – Nasce em Cubatão, (SP), o ator e compositor Deoclides José Gouveia - Deoclides Gouvea (1945)
20 – Expedido ofício de Gaspar Antônio da Costa Leal informando sobre um quilombo existente nas cabeceiras do Rio Moquim, que deságua no Itabapoana em Campos dos Goitacazes (1848)
20 – Nasce na cidade de São Pedro do Paraíso (RJ), o quarto-zagueiro Dari Batista (1940)
21 – Nasce em Cheraw, Carolina do Sul, Estados Unidos, o trompetista John Birks Dizzy Gillespie (1917)
22 – Nasce em Aldeia da Pedra, Itaocara (RJ), o flautista, compositor, Patápio Silva, autor de composições como: "Evocação", "Margarida", "Primeiro Amor", "Oriental", "Sonho", entre outras composições (1881) - Altamiro Carrilho
22 – O Projeto de Lei n.391, de autoria do deputado Fidelis Reis, proíbe a entrada de colonos da raça preta no Brasil (1923)
23 – Nasce em Três Corações (MG), o jogador de futebol Edson Arantes do Nascimento - Pelé (1940)
24 – Nasce em Bragança Paulista (SP), o poeta Oswaldo de Camargo. Publicou "Um homem tenta ser anjo", "Poemas negros", "O Carro do êxito", "Antologia dos Poetas de Cacimba", "A Descoberta do Frio", entre outros. (1936)
24 – Nascimento de Esmeralda Ribeiro, poeta e uma das coordenadoras do Quilombhoje / 1958
24 – Festa Nacional da Zâmbia. (1964)
25 – Dia consagrado a Crispim.
25 – O Clube Militar, em petição à Princesa Isabel, manifestou o desejo de não mais se utilizar o Exército para capturar escravos (1887)
25 – Nos Estados Unidos, o Coronel B. O. Davis torna-se o primeiro negro a ser promovido ao posto de general de brigada (1940)
26 – Nasce nos Estados Unidos o autor Jean Toomer (1894)
26 – Nasce em New Orleans (EUA), a "Rainha do Gospell", Mahalia Jackson (1911)
26 – Nasce no Rio de Janeiro, o cantor e compositor Milton Nascimento, autor de "Travessia", "Canção da América", "Nos Bailes da Vida", "Morro Velho", "Roupa Nova", "Coração Civil", entre outras canções de sucesso (1942)
27 – Nasce no Rio de Janeiro o cantor Pery de Oliveira Martins - Pery Ribeiro (1937)
27 – Independência de São Vicente, ex-colônia inglesa do Caribe (1979)
28 – Nasce no bairro carioca de São Cristóvão (RJ), o compositor Nelson Antônio da Silva - Nelson Cavaquinho, autor de sucessos como "A Flor e o Espinho", "Rugas", "Folhas Secas", "Quando eu me chamar Saudade", entre outros (1911)
29 – Nasce em Gary (EUA) Randy Jackson, músico e dançarino do The Jacksons 5 (1961)
30 – Nasce em Porto Alegre (RS), José Maria Vianna Rodrigues, o primeiro professor negro a lecionar na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1918)
31 – Surge em Esmeralda, Equador, a primeira Comunidade Negra das Américas que não sofreu a escravidão (1553)
31 – Nasce em Ourinhos (SP) Luís Silva – Cuti, poeta, dramaturgo e co-fundador do Quilombhoje (1951)

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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Abolição da escravidão nas Américas e Caribe - Linha do Tempo





Palestra aborda a contribuição da ciência africana e afrodiaspórica para o ensino de ciências - BA


Em debate nos Diálogos Contemporâneos "A Escravidão no Brasil" - BA


Repressão policial ao candomblé será discutida pelo Prof. Dr. Vilson Caetano - BA


PROMOTORA DE JUSTIÇA LÍVIA SANT’ANNA VAZ RECEBERÁ DA CÂMARA MUNICIPAL DE SALVADOR A COMENDA MARIA QUITÉRIA - BA



Lívia Maria Santana e Sant’Anna Vaz coordena no Ministério Público do Estado da Bahia o Grupo de Atuação Especial de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação - GEDHDIS, o Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher e da População LGBT, GEDEM/LGBT.

A homenageada é presidente do Comitê Interinstitucional de Monitoramento e Avaliação da Implementação das Leis 10.639/2003 e 11.645/2008 na comarca de Salvador.



Bacharela em Comunicação Social - Relações Públicas, pela Universidade do Estado da Bahia (2005) e em Direito pela Universidade Federal da Bahia (2003). Mestra em Direito Público, pela Universidade Federal da Bahia (2006). Doutoranda em Ciências Jurídico-Políticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e doutoranda em Direito pela Universidade de Paris I - Sorbonne. Atua como Promotora de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia desde 2004. Tem experiência com Direito Público, especialmente Direito Constitucional e Direitos Fundamentais.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Mãe Beata de Iemanjá (1931-2017)




Biblioteca Virtual do Museu do Índio


Biblioteca Virtual: documentação indígena mais perto do público

Para democratizar ainda mais a consulta a seus documentos, o Museu do Índio, da FUNAI,  apresenta  a Biblioteca Multimídia Virtual e de Organização Virtual
como nova ferramenta de apoio à pesquisa, tornando o acesso mais ágil e eficaz às informações sobre as ações do indigenismo brasileiro a partir do século XIX.
Com um importante acervo para a garantia dos direitos indígenas, a instituição consolidou-se - ao longo de seus 61 anos de história - como fonte de referência para estudos sobre as questões indígenas. Os pesquisadores, principalmente os indígenas, têm buscado, nos registros textuais do Serviço de Proteção aos Índios - SPI, dados sobre as suas terras e culturas que garantam os seus direitos constitucionais como cidadãos brasileiros. (Foto: spi10205 - malcher jose maria da gama. posto indgena ua. par 1 negativo pb 35 mm). 
Em 2015, destaca-se a comemoração dos 150 anos de nascimento de Rondon. Assim, já está  disponível, na Biblioteca Virtual, todo o material digitalizado referente aos volumes da Comissão Rondon, totalizando 11.221 páginas. 
Saiba mais sobre os documentos disponíveis na recém-lançada edição do jornal Museu ao Vivo.
A Biblioteca Virtual encontra-se disponível "aqui" para consultas e leitura sobre diversos assuntos relacionados às questões indígenas.
Para a pesquisa, siga o passo a passo:
1º - Ao entrar na página do Acervo do Museu do Índio no campo "pesquisa" digite o assunto que lhe interessar (não importa se escrever em maiúsculo/minúsculo, com ou sem acento) que virão todas as páginas que falem sobre este assunto. Exemplo: Ao digitar "PATAXO", lhe aparecerá todas as páginas referentes ao assunto "PATAXO". Para "navegar" por todas as páginas que tem esta informação é só clicar nas setinhas de "ocorrência" .
2º - Para continuar lendo sobre determinada informação e caso queira continuar "navegando" nas páginas da mesma é só clicar nas setinhas acima à direita ou ainda nas setas grandes nas laterais do documento.
3º - Caso queria aumentar o tamanho do jornal para melhorar na sua leitura é só clicar na "lupa" que se encontra no canto direito acima na sua tela e clicar em "encaixa nas laterais" ou "75%" ou ainda, "tamanho original".
Obs: Qualquer dúvida, é só clicar no ícone "ajuda" que é a "bóia" vermelha que se encontra acima, no meio da tela do seu computador.

FONTE: Site do Museu do Índio

Prof. Kabengele Munanga participará do RECONCITEC - BA


Kabengele Munanga: CONFIRMADO! Dias 1 e 2/6 na UFRB Campus Cruz das Almas/Ba
O Professor participará da Mesa Redonda "Interculturalidade, Formação e Diversidade no Ensino Superior", no dia 1º de junho, e da Mesa Redonda "Políticas Afirmativas na Pós-graduação", no dia 2 de junho.

Página do evento: http://ufrb.edu.br/reconcitec

Colóquio Internacional Educação e Contemporaneidade - SE


NORMAS E ORIENTAÇÕES XI EDUCON
Colóquio Internacional Educação e Contemporaneidade 2017 – XI EDUCON

INSCRIÇÃO
Para realização da inscrição no XI EDUCON é necessário ler cuidadosamente as normas e orientações, pois o não atendimento a uma norma levará ao cancelamento da inscrição ou da emissão dos certificados.      

Norma I. Apresentação do colóquio
1. O colóquio Internacional Educação e Contemporaneidade na sua XI edição, oferecerá mesas redondas e conferências. A inscrição no colóquio para participação em todos esses eventos é gratuita.

2. Só poderá participar no colóquio quem fizer uma inscrição eletrônica, nas datas definidas e divulgadas pela Comissão de Organização. Essa norma aplicar-se-á ao próprio colóquio e a cada um dos eventos que ele oferecer (conferências e mesas redondas)
3. O participante não receberá no momento do colóquio programa, pasta, kit ou outro item. Ele deverá acessar o site e imprimir o programa.
4. A Comissão disponibilizará informações para todos no F.A.Q. do site (Dúvidas-FAQ), acerca das perguntas mais frequentes que ela recebe. Além disso, ela tentará responder às mensagens que ela recebe, seja por atendente virtual, seja de forma individualizada, de acordo com suas possibilidades. É necessário verificar estas Normas e o FAQ-Dúvidas antes de enviar uma mensagem à Comissão de Organização. Só serão respondidos os pedidos de informação se o caso levantado não foi previsto por estas Normas ou o Dúvidas do site.
5. A Comissão de Organização do colóquio só divulgará o nome de um palestrante (conferência, mesa-redonda) após acordo deste. Contudo, poderá acontecer um imprevisto que levará esse palestrante a desistir da sua intervenção. Caso isso ocorra os participantes não poderão pedir qualquer indenização ou reembolso.

Norma II. Inscrição ao colóquio e certificados
1. A inscrição é eletrônica e deverá ser feita no site do colóquio. Não existirá outra forma de se inscrever. O site / sistema funcionará nos principais navegadores (Internet Explorer, Google Chrome, Mozilla, Firefox, Opera, Safari).
2. Não será possível fracionar a inscrição no colóquio, que deverá ser realizada de uma só vez. Todos os campos obrigatórios da ficha de inscrição deverão ser preenchidos. A ficha que apresentar campos obrigatórios em branco será automaticamente recusada pelo sistema. Antes de iniciar o processo de inscrição, o autor deverá preparar os dados solicitados na ficha: nome completo, CPF, número de telefone, e-mail, titulação mais elevada e situação profissional.
3. O participante deverá se inscrever também nos eventos (conferências e mesas-redondas). Só poderá se inscrever num evento quem já preencheu a ficha de inscrição no colóquio. Contudo, a inscrição nos eventos poderá ser feita mais tarde, desde que respeite as datas informadas no Dúvidas-F.A.Q. Quem não se inscreveu em um evento só poderá entrar se ainda houver vagas na sala e não receberá certificado por esse evento (só receberá certificado para o conjunto do colóquio, estando inscrito).
4. A Comissão não se responsabilizará pelos fracassos oriundos de uma tentativa tardia de inscrição, nem por eventuais erros no ato da inscrição (em particular, erros no e-mail ou no CPF).
5. Quem preencheu sua ficha de inscrição terá acesso a seu dossiê no sistema (na barra: Login, no sistema). Nele encontrará a confirmação de sua inscrição e poderá baixar os Certificados a que tem direito.
6. Depois de entrar no seu dossiê no sistema, o participante poderá, se for necessário, corrigir na sua ficha erros no seu nome e em informações digitadas (informações escolhidas em uma lista proposta pelo sistema não poderão ser corrigidas). O CPF deverá ser digitado com apenas os números, sem pontos nem hífen. Se o e-mail ou o CPF (que são chaves para entrar no sistema) forem digitados de forma errada, a inscrição ficará perdida, a pessoa não conseguirá ter acesso a seu dossiê, a seus atestados e a seus certificados. A Comissão não se responsabilizará pelas consequências desses erros do participante.
7. Quem se inscreveu e participou do colóquio, de forma atestada pelo cadastramento no próprio evento, tem direito a um certificado de participação (24 horas). Só serão liberados os certificados de participação de quem se cadastrou no local do próprio evento.
8. A Comissão disponibilizará além do certificado de participação no colóquio (se a pessoa fez o seu cadastramento no próprio local do colóquio, no momento previsto pela programação) certificados específicos por cada evento em que a pessoa participará (se essa pessoa se inscreveu no site para esse evento). Quem não se inscreveu no site para um evento não receberá certificado por esse evento, mesmo que dele tenha participado.
9. Os certificados, seja qual for sua natureza, deverão ser baixados pelo próprio participante, a partir do seu dossiê no sistema. Serão liberados depois do evento, em um prazo que não poderá ultrapassar 48 horas. O participante que informar o e-mail ou o CPF errado no momento da inscrição não conseguirá entrar no seu dossiê e baixar seus certificados. A Comissão de organização descartará qualquer responsabilidade em tal situação. O participante tem um prazo de dois meses a partir do último dia do colóquio para baixar seus certificados e fazer contato com a Comissão caso encontre algum problema. Ultrapassado esse prazo, os certificados permanecerão disponíveis por um ano (a partir da data do colóquio), mas a Comissão não responderá às mensagens e não assumirá responsabilidade alguma, caso aconteça um problema para baixar um certificado.

Norma III. Participação especial com Apresentação de Trabalho
1. O próprio Colóquio não incluirá a apresentação de trabalho. Entretanto, a Comissão abrirá, depois do colóquio, um dispositivo de participação especial (com contribuição), para apresentação de trabalho (s) (  máximo de três). A contribuição é igual seja qual for o número de trabalhos. Encontra-se no site a indicação do valor para essa participação especial, de acordo com a situação universitária e profissional. O participante especial deverá prestar atenção no valor que corresponderá a sua categoria e à data de envio do trabalho. Essa participação especial dará direito a uma pasta no momento do cadastramento e a um certificado de apresentação de trabalho por cada trabalho apresentado.  
2. Por definição, a participação especial não é obrigatória. Quem quiser poderá participar gratuitamente do colóquio normal, sem apresentação de trabalho. Essa participação especial é destinada a pesquisadores ou aprendizes-pesquisadores (de graduandos a pós-doutores) e não a professores; contudo, o professor que quiser poderá apresentar um trabalho de pesquisa, ou pesquisa-ação; em tal caso, ele apresentará o trabalho como pesquisador e não como professor.
 A inscrição no colóquio e a participação especial com trabalho são duas coisas diferentes e, portanto, o autor do trabalho deverá preencher duas fichas: uma para se inscrever no colóquio e outra enquanto ficha do trabalho. 1- Fazer inscrição no site do colóquio (inscrição gratuita). 2- Acessar seu dossiê no sistema, clicar em Trabalho/submeter um trabalho, preencher a ficha, anexar o comprovante de pagamento (que corresponderá ao período de envio efetivo do trabalho) e os dos seus coautores e enviará o trabalho conforme as indicações do sistema. Para apresentação de um trabalho (ou vários) os coautores também deverão efetuar pagamento. O envio de um trabalho sem comprovantes de pagamento dos coautores (ou usando o mesmo comprovante do autor para os coautores) será automaticamente descartado, sem reembolso do autor.
3. Poderá escolher a participação especial como autor ou/e coautor.
Um participante poderá contribuir, no máximo, para 3(três) trabalhos (como autor ou coautor).
Um trabalho poderá ser assinado, no máximo, por 3(três) pessoas, sendo 1(um) autor e 2(dois) coautores.
Ao tentarem se inscrever além dos limites estabelecidos nesta Norma, as pessoas terão as inscrições dos seus trabalhos excedentes recusadas pelo sistema de inscrição.
Não existirá no colóquio o status de "orientador". Seja o orientador de um participante é coautor (com certificado), seja ele só pode aparecer numa nota de rodapé (sem certificado).
4. O trabalho é apresentado pelo autor. Só poderá ser autor quem preencheu uma ficha de inscrição no colóquio. O autor preencherá sua ficha, com informações sobre ele mesmo e sobre os eventuais coautores. Assim, não será necessário que os coautores preencham uma ficha, uma vez que as informações a respeito deles serão fornecidas pelo autor (mas se um coautor é também autor de outro trabalho, ele deverá, obviamente, preencher a ficha de autor desse outro trabalho). Caberá a cada coautor informar os seus dados ao (s) autor (es) dos trabalhos em que irão participar. Chamamos a atenção dos participantes para o fato de que o nome que aparecerá no certificado é o que for declarado pelo autor na ficha, e o CPF que permitirá ao coautor ter acesso a seus certificados é também o que for declarado pelo autor na ficha. A Comissão não se responsabilizará pelas consequências dos erros cometidos na ficha a respeito dos dados dos coautores.
O autor disponibilizará o trabalho ao mesmo tempo que ele enviar sua ficha de autor, sendo o trabalho copiado/colado, por fragmentos, a partir de um arquivo Word - o trabalho não será "anexado". O autor, de acordo com o que lhe pede o sistema, deverá copiar/colar seu trabalho "por fragmentos". Com efeito, o trabalho será avaliado "às cegas" (sem que o parecerista conheça o nome do autor e dos eventuais coautores), mas ele será publicado no CD de Atas com todas as informações sobre autor e coautores. Para evitar um duplo envio (sem nomes de autores nem informações sobre eles e, novamente, com essas indicações), o sistema será organizado para recolher a informação por fragmentos e gerir as duas versões (anônima e com nomes). Esse dispositivo permitirá também preservar a formatação do texto Word preparado pelo autor (inclusive quando a bibliografia incluir links compridos, que tendem a mudar as margens e desfazer a formatação inicial). Cabe simplesmente ao autor atender aos pedidos do sistema, copiando o que for pedido, onde for pedido; na prática, ficará muito simples. O sistema pedirá ao autor que ele copie, sucessivamente (em três etapas) e a partir do seu arquivo Word:
1. Nome de autor e coautores.
2. Eixo, Título,  Resumo/abstract, O próprio trabalho, sem as demais informações.
3. Referências bibliográficas, Notas de rodapé relacionadas ao trabalho, Notas de rodapé informando quem são autor e coautores.
ATENÇÃO: esses fragmentos deverão ser colados usando o ícone disponibilizado pelo sistema no processo de inscrição (o ícone Colar do Word, que é o terceiro na barra proposta), não deverão ser colados diretamente na tela. Se forem colados diretamente na tela, o autor terá a ilusão de que seu texto foi colado, mas, na verdade, o texto perderá a sua formatação no sistema e, mais tarde, no CD de Atas. Repetimos: o processo é simples, mas deverá absolutamente ser respeitado: o autor copiará o fragmento no seu arquivo Word (com CTRL+C), voltará a sua ficha de envio do trabalho no sistema, clicará no ícone Colar do Word localizado na barra de ferramentas, então aparecerá uma janela em que o autor colará (CTRL+V) o fragmento, a seguir clicará em OK e em Continuar, embaixo, para passar para a etapa seguinte. A Comissão não se responsabilizará pelas consequências (formatação do texto perdida) se o autor não colar seu texto conforme o processo aqui explicado. O autor não deverá se preocupar se a formatação que aparecer na sua tela for um pouco diferente do seu texto Word; se ele respeitou as indicações para colar seu texto, este aparecerá com a formatação correta no CD de Atas.
O parecerista terá acesso a um exemplar sem identificação (sem o nome dos autor/coautores e sem as Notas de rodapé informando quem eles são), para uma avaliação "às cegas". Contudo, serão constituídas três categorias, de acordo com a situação do autor: 1/ Graduando 2/ Doutor 3/ Outras situações, intermediárias - para que o parecerista possa adaptar seu nível de exigência. O autor deverá prestar atenção aos pedidos de informação a esse respeito - em caso de omissão ou erros, nenhuma correção será possível e a Comissão não se responsabilizará pelas consequências.
O trabalho não poderá ser enviado por um coautor. Caberá aos autores e coautores decidirem, antes do envio, quem é autor e quem é coautor. Não caberá à Comissão de organização do colóquio, mas à Justiça, tratar de eventuais queixas a esse respeito.
Não serão aceitos pedidos de modificação ou adjunção de nomes de autores e coautores após a inscrição no site, inclusive se todos os autor e coautores concordarem com essas modificações (por razões técnicas). Repetimos, com insistência:  por razões técnicas, não serão aceitos pedidos de modificação ou adjunção ou supressão de nomes de autores e coautores após a inscrição no site.
5. O trabalho só poderá ser enviado uma vez. Não serão aceitos (nem respondidos), seja qual for o motivo (envio sem querer do rascunho, erro no nome ou na lista dos autores ou coautores, etc.), pedidos de troca do trabalho, ou pedidos de modificação enviados por um autor ou um coautor. O autor deverá verificar todas as informações antes do envio do trabalho. Para que não haja dúvida alguma, repetimos: não será aceito, nem respondido, pedido algum de modificação/correção de um texto já enviado ou de modificação na lista de autor e coautores.
O autor deverá enviar (copiar/colar) o trabalho completo e não apenas o resumo.
6. O trabalho deverá trazer reflexões decorrentes de pesquisas concluídas ou em andamento ou ainda de experiências práticas realizadas, apresentando análises consistentes dos resultados alcançados.
Os critérios utilizados para a seleção dos trabalhos no XI Colóquio Educação e Contemporaneidade serão: a) Vinculação com o eixo temático; b) Fundamentação teórica; c) Coerência e coesão na argumentação; d) Apresentação de resultados parciais, ou conclusivos, de pesquisa em andamento ou concluída; e). Referencial bibliográfico ou informático pertinente à temática abordada.
A aprovação depende do conteúdo do trabalho apresentado. Contudo, em referência aos colóquios EDUCON anteriores, podemos dar algumas orientações acerca de dúvidas expressas nos anos anteriores:
- Um simples projeto de pesquisa, que ainda não coletou dados, terá poucas chances de ser aprovado - a não ser que seja MUITO original em sua problemática ou sua metodologia;
- Um trabalho de tipo filosófico, com esclarecimento e desenvolvimento de conceitos, poderá ser aprovado (embora não apresente dados empíricos); mas um texto de opiniões pessoais sobre a vida, o mundo e a gente não será aprovado;
- Um trabalho de revisão bibliográfica poderá ser aceito (em particular quando apresentado por um graduando) se houver um esforço importante de análise conceitual e teórica; se for apenas um inventário do tipo "O Fulano disse que...", será reprovado; de forma mais geral, um trabalho de validação de disciplina de graduação raramente tem o nível de uma comunicação para um colóquio internacional e, portanto, poderá ser um ponto de partida, mas requererá um sólido trabalho de aprofundamento;
- Uma análise de práticas pedagógicas por professores/pesquisadores poderá ser aceita se houver um esforço importante de distanciamento crítico e analítico; se for apenas "fiz isso e tudo mundo gostou", será reprovado;
- Um trabalho elaborado às pressas por copiar-colar com base em um trabalho anterior (mestrado, doutorado) correrá o risco de ser reprovado, uma vez que trecho de um bom trabalho raramente constitui em si, um bom trabalho; deve-se cuidar da coerência do trabalho apresentado;
- Não será possível aceitar em um colóquio internacional um trabalho com muitos erros de ortografia ou de gramática, ou com um visível desprezo para as normas da ABNT, embora a Comissão científica não goste de reprovar trabalhos por motivos formais - mas a tolerância tem limites, o autor deverá verificar ou mandar verificar para que não haja erros de ortografia e gramática no seu texto e que as normas básicas da ABNT sejam respeitadas.
7. O trabalho deverá, obrigatoriamente, pertencer a um dos eixos do colóquio (a ser indicado na ficha). A ausência de indicação do Eixo impedirá a avaliação ocorrendo a recusa do trabalho. A lista dos Eixos encontra-se no site do colóquio. A escolha de um eixo é da responsabilidade do autor que enviar o trabalho; a postura da Comissão é confiar na escolha do autor.
8. O trabalho deverá ter a forma de artigo, com mínimo de 08 páginas e máximo de 15, incluindo as referências (na sua versão original Word, no computador). Deverá ser digitado em formato A4.
9. Na primeira página o trabalho deverá conter os elementos abaixo na ordem que se segue:
a) - Título do trabalho em maiúscula, centralizado, negrito, tamanho 14, fonte Times New Roman ou Arial;
b) - O nome completo do autor e coautores sem abreviaturas, alinhados à direita e sem nota de rodapé informando quem são os autores/coautores; depois dos nomes são digitados * (autor) e eventualmente ** e *** (coautores 1 e 2), anunciando as notas digitadas no fim do documento informando quem são autor/coautores (ver adiante: 12);
c) - Indicação do eixo temático ao qual se vincula o trabalho;
d) - Dois Resumos de 10 linhas (um em português e um em língua estrangeira: inglês ou francês ou espanhol, a critério do autor) contendo três palavras-chaves. Os resumos deverão ser digitados em espaço simples, fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12 e são de responsabilidade dos autores.
10. O corpo do artigo deverá ser digitado em fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12, espaçamento entre linhas 1,5 cm, justificado, com as páginas numeradas. Para todas as margens usar 2,5 cm.
As citações a partir de 4 linhas deverão ser destacadas do texto e conter: espaço simples, recuo à esquerda 4 (quatro) cm e fonte 11.
11. As notas deverão estar no final do texto, com numeração automática pelo Word.
12. No final do texto, depois das Referências bibliográficas, deverão aparecer as notas informando quem são os autores/coautores. Esses dados de identificação do autor e coautores (titulação, grupo de pesquisa, curso e e-mail) deverão ser digitados no fim do texto, anunciados depois dos nomes dos autores/coautores (na primeira página) por um asterisco (* autor), dois pelo coautor 1 (**), três pelo coautor 2 (***). Não deverão ser utilizadas a numeração automática das Notas de rodapé para informar esses dados. Nesse lugar é que poderão aparecer também informações sobre orientador, instituições de financiamento e ajuda, etc. - informações que podem levar à identificação dos autor/coautores.
13. Por motivos técnicos, o sistema não aceita fotografias, imagens e gráficos (mas aceita tabelas, desde que não sejam imagens; todavia, não poderá ter espaço em branco na tabela; é preciso preencher os espaços em branco com o número 0 - zero - para que o sistema não desloque as colunas ou linhas). As tabelas não podem  usar um espaço da margem. Essa norma deverá imperativamente ser respeitada; com efeito, se aparecer imagem, fotografia, tabela na margem etc., o sistema cortará o texto automaticamente, sem avisar, quando ela aparecer.
14. A revisão ortográfica e gramatical é de responsabilidade dos autores.
As referências deverão respeitar as Normas da ABNT, em vigor.
15. Os trabalhos serão avaliados por um parecerista. Se o trabalho for aprovado, o autor receberá, no seu endereço e-mail, aviso dessa aprovação, sem motivos. Se for reprovado, o autor receberá aviso, com indicação dos motivos. O aviso de aprovação ou reprovação será enviado apenas para o endereço e-mail do autor, cabendo-lhe a responsabilidade de transmitir a informação aos seus eventuais coautores. Se o trabalho for aprovado, uma carta de aceite será disponibilizada no dossiê do autor e dos coautores, que poderão baixá-la.
16. Os prazos para receber o aviso de aprovação ou reprovação dependerá do período em que o trabalho for enviado. Os trabalhos enviados no início do período de inscrição receberão uma resposta rápida. Quem enviar o seu trabalho nos últimos dias, deverá ter consciência de que esse trabalho chegará com centenas de outros trabalhos e que a resposta irá demorar.
17. Se um trabalho for reprovado, o autor e os coautores permanecerão participantes no próprio colóquio, já que são duas coisas diferentes.
Ao propor um trabalho, e, portanto, aceitar estas Normas, autores e coautores assumirão o compromisso de aceitar a decisão do parecerista, como de praxe e de forma bem-educada.
18. Um trabalho só será avaliado se recebido com a ficha de participação especial, acompanhada pelo(s) comprovante(s) de contribuição do autor e de eventuais coautores. Ressalta-se que coautores também pagam. Portanto, não é possível saber, antes da contribuição, se o trabalho será aprovado. No caso de reprovação do trabalho não haverá reembolso da contribuição. 
19. Só receberão certificados os trabalhos que forem devidamente apresentados durante o evento. Os trabalhos serão apresentados no dia e nos horários previstos pela organização, não haverá mudança no dia e horários estabelecidos na programação, seja qual for o motivo alegado.
20. Os trabalhos só poderão ser apresentados, durante o evento, por seus respectivos autores ou coautores. Contudo, não é obrigatória a presença de todos os autores e coautores, embora seja desejável. Um trabalho poderá ser apresentado por um só autor ou coautor.
21. Um trabalho reprovado não poderá ser apresentado, inclusive se acontecer um eventual erro de programação informática. Só poderá ser apresentado um trabalho aprovado. Só poderá receber certificado, um trabalho aprovado e apresentado.
22. Todos os trabalhos aprovados serão publicados integralmente no site do EDUCON, para leitura e download gratuitos. Serão publicados em um CD virtual de Atas, com ISSN.
23. Certificado de participação no colóquio e certificado(s) de apresentação de trabalho são diferentes e acumuláveis, uma vez que se trata de dois dispositivos diferentes.
24. Os certificados de apresentação de trabalho deverão ser baixados pelos próprios autores, on-line, a partir do seu dossiê no sistema - e encaminhados por eles para seus eventuais coautores. Eles serão liberados pela Comissão de Organização após verificação que os trabalhos foram mesmo apresentados no evento, em um prazo que não poderá ultrapassar 48 horas a partir do fim do evento. Se o autor informar o CPF errado no momento da inscrição (o seu ou o de um coautor), ele não conseguirá entrar no seu dossiê e baixar seu certificado. A Comissão de organização descartará qualquer responsabilidade em tal situação. Autor e coautores tem um prazo de dois meses a partir do último dia do colóquio para baixar os certificados de apresentação de trabalho e fazer contato com a Comissão caso encontrar algum problema. Ultrapassado esse prazo, os certificados permanecerão disponíveis por um ano (a partir da data do colóquio), mas a Comissão não responderá às mensagens e não assumirá responsabilidade alguma no caso de acontecer um problema para baixar um certificado.
25. A Comissão não se responsabilizará pelos fracassos oriundos de uma tentativa tardia de cadastro (em particular no último dia), nem por eventuais erros no ato da inscrição. Esses problemas, que decorrem do comportamento do próprio autor, não abrirão direito a reembolso da participação especial do autor ou dos coautores.

SÃO LUÍS - Inclusão do ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena é tema de reunião




O Centro de Apoio Operacional (CAOp) dos Direitos Humanos do Ministério Público do Maranhão promoveu, na tarde da última sexta-feira, 26, na sede da Procuradoria Geral de Justiça, em São Luís, uma reunião com representantes do movimento negro, instituições de ensino superior, entidades da área da educação, secretarias municipais e estaduais.O objetivo é assegurar o cumprimento das leis 10.639, de 2003, e 11.645, de 2008, que determinam a implementação do ensino da história afro-brasileira e indígena nas escolas. A atividade foi realizada como parte do Projeto “Conhecendo a História Afro-Brasileira”, que faz um resgate dessa política no Maranhão.

Ao abrir o evento, o procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, deu as boas-vindas aos participantes e destacou a importância de garantir a inserção da história afro-brasileira e indígena nas escolas. “Precisamos valorizar a cultura desses povos que formam a base do povo brasileiro”.

Estiveram presentes na reunião, membros do Conselho Municipal de Educação de São Luís, Movimento Negro Unificado, Secretaria Municipal de Educação de São Luís, Instituto Federal do Maranhão (Ifma), Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico-Racial do Maranhão (Federma), Fundação Sousândrade, Secretaria de Estado da Igualdade Racial, Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da UFMA e União das Comunidades Negras Rurais Quilombolas do Município de Itapecuru-Mirim (Uniquita).

De acordo com a procuradora de justiça e coordenadora do CAOp Direitos Humanos, Sandra Elouf, a intenção do MPMA é garantir a implantação, até 2018, do ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena no Maranhão. “A inclusão, além de uma obrigação legal, representa um avanço educacional e social”, avaliou.

Ela enfatizou que o esforço das instituições, incluindo o Ministério Público, será positivo para vencer as resistências ainda presentes de alguns prefeitos, gestores educacionais e professores que se opõem ao ensino da disciplina.

Na avaliação do professor da UFMA e pesquisador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Carlos Benedito Rodrigues, a resistência em implantar o ensino da história e cultura africana e indígena atesta o racismo institucional vigente em nossa sociedade, que tenta impedir a ampliação do debate e conhecimento sobre essa temática, especialmente no ambiente escolar. “Há um racismo institucional, fruto de um processo histórico que precisa ser combatido”.

Ao final da reunião, ficou acertado que todas as instituições presentes vão encaminhar ao Ministério Público, no prazo de 15 dias, relatório com as atividades ou providências já adotadas em suas respectivas esferas de atuação.

O material será avaliado por uma comissão constituída pela Secretaria de Estado de Igualdade Racial, UFMA, CAOps de Direitos Humanos e de Defesa da Educação e Promotoria de Justiça de Defesa da Educação de São Luís. A proposta é mapear o que já foi feito e traçar novas estratégias para garantir a implementação da disciplina em todo o estado.

Foi acertado que o MPMA e as instituições parceiras vão realizar um seminário para divulgar a temática aos prefeitos e gestores educacionais do Maranhão.

Do MPMA também estiveram presentes os promotores de justiça Paulo Avelar e Érica Beckman (CAOp da Educação) e Lana Pessoa (CAOp Direitos Humanos).

Redação: CCOM-MPMA

Encontro “Escravidão na Bahia: Salvador, Recôncavos e Sertões” - BA



O Grupo de Pesquisa Cultura, Sociedade e Linguagem (GPCSL/UNEB) e o Grupo de Pesquisa Escravidão e Invenção da Liberdade (PPGH/UFBA) realizam a segunda etapa do Encontro "Escravidão na Bahia: Salvador, Recôncavos e Sertões", nos dias 6 a 8 de junho de 2017, no Arquivo Público Municipal de Caetité (APMC), cidade de Caetité (BA). As inscrições iniciam em 29/05, no site www.gruposertoes.uneb.br.

A segunda etapa do Encontro “Escravidão na Bahia: Salvador, Recôncavos e Sertões” objetiva reunir estudiosos da escravidão da Bahia e do Brasil para debater temas relacionados às lutas pela liberdade, formação de famílias de escravizados e de forros, e tratar das condições de vida de populações quilombolas/sertanejas do alto sertão da Bahia. Pretende promover debates temáticos por meio de mesas-redondas e rodas de conversa,  que integram docentes e discentes de diversas partes da Bahia e do Rio de Janeiro com moradores de comunidades locais. A escravidão na Bahia será abordada tendo em vista as suas diversas regiões, hoje mais integradas por novos estudos desenvolvidos em diversos Programas de Pós-Graduação do Brasil e do exterior. A organização do evento contempla a necessidade de atualização de agendas de debates sobre a escravidão na Bahia, de modo a articulá-las à vida cotidiana de comunidades quilombolas reunidas no entorno do município de Caetité, especialmente entre moradores das comunidades do distrito de Maniaçú, e comunidades quilombolas do Rio das Rãs, Araçá-Cariacá, Tomé Nunes, Nova Batalhinha, Lagoa do Peixe, Quilombo Pau D'arco e Parateca, do Território Velho Chico.

Seminário “Política de Drogas e Racismo” - SP


Encontro ocorre em meio aos ataques na região da Cracolândia, em São Paulo. Temas abordados discutem a guerra às drogas como a principal justificativa política para o genocídio negro.
Texto / Pedro Borges

Imagem / Alma Preta

O seminário “Política de Drogas e Racismo” acontece entre os dias 26 de junho e 1 de julho, na Aparelha Luzia, Rua Apa 78, Centro. Organizado pela Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas (INNPD), o encontro visa discutir os múltiplos impactos da chamada guerra às drogas para as comunidades pobres e negras no Brasil.
O evento é o primeiro no país a articular a temática da política de drogas, sistema de justiça, saúde, segurança pública, comunicação, com a centralidade no racismo. Para os diálogos, são convidados profissionais da mídia, pesquisadores, ativistas e pessoas com a trajetória atravessada pela guerra às drogas.
Essa política foi adotada primeiro pelos EUA em 1971, pelo seu presidente, Richard Nixon, que declarou os entorpecentes como o “inimigo número um do país”. Desde então, houve um aumento no encarceramento nos EUA, com números destacados para os afrodescendentes. Os EUA são a nação com maior número de pessoas atrás das grades, a frente de China e Rússia.
No Brasil, quarta maior população carcerária do planeta, a política de guerra às drogas teve um importante capítulo em 2006, com a adoção da “Lei de Drogas”, que dá poder ao Estado, muitas vezes representado pela figura policial, para decidir quem é usuário e traficante. O número de presos por tráfico de drogas no Brasil saltou de 31.529, em 2006, para 138.366, em 2013, aumento de 339%. O único crime que mais motivou o aprisionamento por aqui foi o tráfico internacional de entorpecentes, com 446%. Em 2012, o Brasil tinha uma população carcerária era próxima dos 470 mil, sendo que desse total, 173.536 eram brancos e 295.242, negros.
De acordo com dados do Infopen Mulheres de 2015, essa política atinge sobretudo as mulheres negras. 68% das mulheres encarceradas estão atrás das grades por crime relacionado ao tráfico de drogas, contra 25% dos homens, e 60% das mulheres encarceradas são negras.
Outra face da política de guerra às drogas é a letalidade policial e a alta taxa de homicídios no país contra a população pobre e negra. Só em 2012, enquanto 9.667 brancos morreram por armas de fogo, outros 27.638 negros perderam a vida da mesma forma.

“A atual política de drogas é a justificativa mais atual, de parte do Século XX e início do XXI, para desenvolver mecanismos de extermínio do povo negro. Essa política nos deixa super representados na população em situação de rua, nos números da letalidade policial, nos presídios e criminaliza os territórios pobres”, explica Nathalia Oliveira, presidenta do Conselho de Drogas de São Paulo e coordenadora da Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas (INNPD).
As ações orquestradas na Cracolândia pelo prefeito de São Paulo, João Dória, e o governo do estado, Geraldo Alckimin, desde o dia 21 de Maio aumentam a importância de estudar e compreender o tema, de acordo com Nathalia Oliveira.
Segundo pesquisa da Open Society, feita no início do ano sobre o antigo programa do ex-prefeito Fernando Haddad (PT), De Braços Abertos, 68% dos moradores da região se autodeclaram pretos ou pardos. 37% das pessoas na época eram mulheres e 5% transexuais.
“O seminário já estava planejado para esta data, com um longo debate para o povo negro sobre a guerra às drogas. Após a ação na Cracolândia, que pega todo mundo de surpresa, consideramos ser ainda mais fundamental a qualificação do debate para negras e negros sobre essa temática”, afirma Nathalia Oliveira.
Para se inscrever, o interessado deve enviar nome completo, cidade, bairro, RG e CPF para o email cursoiniciativanegra@gmail.com. Uma taxa simbólica de R$ 20,00 é necessária para ajudar a arcar com os custos do curso.
Programação
Segunda-feira - 26/06
“Fronteiras Raciais do Genocídio”
Terça-feira – 27/6
“Sistema de justiça e seletividade penal”
Quarta-feira – 28/6
“Criminalização de territórios pobres”
Quinta-feira – 29/6
“Crack e seus mitos: modelos de cuidados”
Sexta-feira – 30/6
“Mídia e o padrão de esteriótipos na cobertura da guerra às drogas”

FONTE: Almapreta