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CALENDÁRIO NEGRO – JANEIRO

1 – Dia Mundial da Paz
1 – Dia consagrado ao orixá Oxalá
1 – Independência do Haiti (1804)
1 – Lincoln assina a Proclamação de Emancipação abolindo a escravatura nos Estados Unidos (1863)
1 – Primeira libertação coletiva de escravos no Brasil, na Vila de Acarapé, hoje Redenção, Estado do Ceará (1883)
1 – Nasce em Niterói, (RJ), o músico e compositor José Paulo Silva (1892)
1 – Independência do Sudão (1957)
1 – Festa Nacional de Cuba (1959)
1 – Festa Nacional de Samoa (1960)
1 – O africano Kofi Annan assume o cargo de Secretário-Geral da ONU (1997)
2 – Fundação em São Paulo (SP), da Irmandade do Rosário dos Homens Pretos (1711)
3 – Fundação em Porto Alegre (RS), da União dos Homens de Cor (1943)
4 – Realiza-se em Brasília (DF), o I Encontro das Religiosas da Assunção Negra (1991)

4 – Nasce em Belém/PA, Cléa Simões, atriz que se tornou conhecida a partir do seu trabalho na novela O direito de nascer, de 1978 (1927)

4 – Nasce em Belém/PA, Norton Gândia Nascimento, o ator, produtor e apresentador Norton Nascimento (1962)

5 – Nasce em Trajano de Moraes/RJ, Carmelita Madriaga, a cantora Carmem Costa (1920)
5 – Nasce Enedina Alves Marques, primeira mulher negra a se formar engenheira civil no Brasil (1913)

5 – A Lei n. 7.716, denominada Lei Caó define os crimes resultantes de preconceitos de raça ou de cor (1989)
6 – Circula pela primeira vez o jornal O Clarim da Alvorada, organizado por José Correia Leite e Jayme de Aguiar (1924)
6 – Dia consagrado a São Baltazar, um dos três reis magos que levaram oferendas para Jesus
6 – Nasce Juliano Moreira, médico psiquiatra considerado pai da psiquiatria brasileira, em Salvador, BA (1873)
6 – Fundação no Rio de Janeiro do Rancho Rei de Ouro, organizado por Hilário Jovino Ferreira (1893)
6 – Nasce no Rio de Janeiro, o compositor José Gonçalves - Zé com Fome ou Zé da Zilda, autor entre outros sucessos de "Aos Pés da Cruz" e "Só pra Chatear" (1908)
6 – Fundação na Guatemala da Associação Garafiuna (ASO - GARAFIUNA) (1981)
7 – Nasce em Bom Jardim, município de Santo Amaro (BA), Teodoro Fernandes Sampaio - Teodoro Sampaio, engenheiro, escritor, geógrafo e historiador (1855)
7 – Criação, na África do Sul, por um grupo composto de advogados, jornalistas, professores e líderes negros, do CNA- Congresso Nacional Africano agremiação política que se notabilizou na luta contra o "apartheid" (1912)
7 – Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Luiz Carlos dos Santos - Luís Melodia (1952)
8 – Fundação do Congresso Nacional Africano, movimento e partido político sul-africano (1940)

9 – O Estado de Mississippi separa-se da União norte-americana para fazer parte da Confederação dos Estados do Sul (1861)

10 – Nasce o cientista estadunidense George Washington Carver (1864)
10 – Tem início na Bahia, nos salões do Instituto Geográfico e Histórico Segundo Congresso Afro-Brasileiro. (1937)
11 – Nasce Mary Jane Blidge, cantora, compositora e produtora musical, rainha do Hip Hop soul estadunidense (1971)

12 – Nasce, em Los Angeles, Califórnia (EUA), Alice McLeod, a pianista, organista, harpista e compositora de jazz Alice Coltrane (1937)
12 – O escritor Joaquim Maria Machado de Assis, aos 16 anos, publica o seu primeiro texto; a poesia "Ela" (1855)
13 – Nasce na cidade de Cachoeira (BA), o engenheiro, professor universitário e abolicionista André Pinto Rebouças - André Rebouças (1838)
14 – Nasce em Bay Shore, Nova Iorque (EUA),
James Todd Smith III, o cantor de rap e ator estadunidense LL Cool J (1968)

15 – Nasce em Atlanta, Georgia (EUA), Martin Luther King Jr., Prêmio Nobel da Paz em 1964, por sua luta contra a discriminação racial e os direitos civis nos Estados Unidos (1929)
15 – Na Bahia, o governo suprime a exigência de registro policial para os templos de ritos afro-brasileiros. É o único Estado brasileiro a abolir essa exigência (1976)
16 – Nasce na Bahia, o desenhista, gravador e escultor, José da Paixão Silva (1938)
16 – Tem início no Rio de Janeiro, a I Conferência Estadual da Tradição dos Orixás (1988)

16 – Nasce em Ibadan, Nigéria, Helen Folasade Adu, a cantora de jazz Sade Adu (1959)
17 – O presidente do Congo Laurent Kabila é morto durante tentativa de golpe (2001)
17 – Nasce em Lousville (EUA), o campeão de box Muhammed Ali (1942)
17 – Nasce em Boa Esperança, município de Rio Bonito (RJ), o poeta Bernardino da Costa Lopes, B. Lopes (1859)
17 – Nasce em Arkebutla, Missouri (EUA), o ator James Earl Jones (1931)

18 – A Federação Latino-Americana e do Caribe de Jornalistas Desportivos elege Joaquim Cruz o melhor atleta latino-americano de 1984 (1985)
19 – Nasce o compositor, cantor e ritmista Olivério Ferreira, Xangô da Mangueira (1923)
20 – Dia consagrado ao orixá Oxóssi, no Rio de Janeiro
20 – Nasce em Salvador (BA), o compositor Domingos da Rocha Viana - Domingos Moçuranga. (1807)
20 – Nasce em Juiz de Fora (MG), Sebastião Cirino, músico, compositor, autor de "Cristo nasceu na Bahia", entre outras obras (1902)
20 – Realiza-se na antiga Rua Engenho de Dentro, atual Adolfo Bergamini, o primeiro concurso entre escolas de samba no Rio de Janeiro (1929)
20 – Nasce em Cachoeira do Paraguaçu (BA), Beatriz Moreira da Costa, a ialorixá Mãe Beata de Iemanjá, escritora, militante negra e social, autora do livro "Caroço de dendê - a sabedoria dos terreiros (1931)
20 – Criada no Rio de Janeiro a Ala de Compositores da Estação Primeira de Mangueira (1939)
20 – Nasce Mário Gusmão, ator baiano que contribuiu para a difusão da cultura negra (1928)

22 – Nasce em Quintas da Barra, Salvador, (BA), a atriz Francisca Xavier, Chica Xavier (1932)
23 – Início da luta armada em Guiné-Bissau, primeira colônia portuguesa a se tornar independente (1963)
24 – Tem início em Salvador (BA), a Revolta dos Malês, a insurreição urbana mais importante dos escravos brasileiros, com um saldo de 100 mortos e 281 presos (1835)
24 – Sai o primeiro número do jornal "O Clarim" (1924)
25 – Nasce em Maputo, Moçambique, o ex-jogador de futebol, Eusébio da Silva Ferreira, o "Pantera Negra", estrela do Benfica e da Seleção Portuguesa na década de 60 (1942)
25 – Nasce no Rio de Janeiro, a cantora Leny Andrade Lima - Leni Andrade (1943)
26 – Nasce em Birminghan, Alabama (EUA), a ativista política americana Angela Yvonne Davis – Angela Davis (1944)
26 – Realiza-se no Teatro Ginástico, Rio de Janeiro, a primeira apresentação do Teatro Folclórico Brasileiro. (1950)

26 – Nasce Winnie Mandela, enfermeira, política e ativista sul-africana, ex-exposa de Nelson Mandela (1936)
27 – Nasce em Maceió (AL), o cantor e compositor Djavan Caetano Viana - Djavan (1949)
28 – Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo

29 – Nasce Oprah Winfrey, apresentadora de TV e empresária estadunidense (1954)

31 – Pressionada pela Casa Branca, a Câmara dos Deputados aprovou a XIII Emenda à Constituição, abolindo a escravidão nos Estados Unidos (1865)

31 – Nascimento de Nzinga, rainha de Angola de 1633 a 1663 (1582)

31 – Nasce Roosevelt Sykes, cantor e pianista norte-americano (1908)

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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Universidade do Chile promove curso online "Interculturalidad, migración y racismos"


domingo, 5 de novembro de 2017

O enterro do pai de santo (Rodney William)

Esta história introduz uma questão importante: a morte no Candomblé, sobretudo o direito aos ritos, nem sempre respeitado pelos familiares.

Ela tinha apenas nove anos quando foi tomada pela força de Iansã. Franzina ainda, corpo de menina. Tornava-se mulher ao som dos atabaques, dançando lindamente, flutuando com as mãos ao vento, espantando as forças nefastas, limpando o terreiro com seus brados de axé. Seu pai, o babalorixá, tinha mais de 40 anos quando a mãe a entregou antes de sair pelo mundo.
Era a filha, a herdeira. Era seu maior orgulho. E cresceu feliz com todas as outras crianças do terreiro. Sob o cuidado das velhas, suas tias, a quem dedicava respeito e obediência. O pai a preparava, era rígido, às vezes até exagerava. Era um amor, um dengo, mas não era fácil, não. E ela não contestava, era uma boa filha, era seu maior orgulho.
Na lida do candomblé ela cresceu. Estudou, se formou, foi trabalhar. O terrebem estruturado e exercer uma profissão lhe dava um grau de liberdade que a rigidez do ritual nem sempre permitia. Como o pai estava envelhecendo, passou a casa para o nome da filha, que nessa altura andava de namoro com um rapaz da vizinhança.
Um dia ela chega para o pai e conta que está grávida. O pai resistiu à ideia de casamento: “Cuido de você e do meu neto”. Mas ela estava apaixonada. Foi uma linda festa, com a certidão do cartório e a bênção dos orixás. Nasceu o neto e vieram os problemas: o marido não queria ouvir falar de candomblé, afastando a esposa e o filho do terreiro.
Para desgosto do velho pai de santo, com quase 70 anos, a família se converteu. A filha tão querida, sua herdeira, regida por Iansã, tornara-se evangélica. Um desgosto. Mesmo com todo o apoio da comunidade, com o carinho dos filhos e filhas de santo e da velha tia, a única que sobrara forte apesar dos mais de 80 anos, o pai de santo não conseguiu suportar. Entregou-se à tristeza, à dor e sucumbiu com um tumor no estômago.
A morte era esperada, mas o terreiro estava em choque. Quando a primeira quartinha foi emborcada, um misto de angústia e dúvida pairou como névoa: “O que será de tudo isso? O que será de nós?” Preocupações necessárias. Com a herdeira e única filha afastada, a continuidade do terreiro estava em xeque.
A velha tia tomou a frente. Reteve o choro, escondeu a dor e delegou a função de cada um: “Vai chorando e vai fazendo”. O corpo chegou e antes mesmo que fosse tirado do carro funerário, a filha cruzou o portão feito um raio, dura, irascível. “Pode parar”, gritou secamente. “Aqui não vai ter velório nenhum”. Os filhos de santo se revoltaram, os orixás se manifestaram, a vizinhança parou. A velha tia se manteve calma, não moveu os olhos, não franziu uma ruga.
A filha não vinha só, trazia o marido, o filho, o advogado, o pastor e os irmãos da igreja. Nem eram tantos, o pessoal do terreiro até podia resistir, mas ela tinha a escritura e a lei a seu favor. O velho pai morreu dizendo: “Você pode conhecer sua filha, mas você não sabe com quem ela vai casar”.
Discutiram, negociaram e chegaram a um acordo: a filha não tocaria no corpo e o povo do terreiro entregaria a chave e consentiria o velório no cemitério. Não era o que recomendava a tradição, em se tratando de um babalorixá daquela estatura, mas os atos religiosos estavam feitos e seria uma vergonha ver a filha colocar aquele terno preto no pai que viveu e morreu aos pés do orixá. A velha tia ponderou: “É melhor assim”. Seguiram para o cemitério municipal.
A filha prostrou-se ao lado do féretro e recebia com frieza e certo desdém os cumprimentos do povo do axé. Até os pais e mães de santo que a viram crescer, gente que veio da Bahia, do Rio de Janeiro, para se despedir daquele homem tão querido. Os vizinhos que conheciam bem aquela história e lamentavam a morte de um grande líder que sempre ajudou a todos.
A morte era triste, mas não era nada comparada àquela situação. Um velho amigo tentou fazer uma homenagem. “Aqui não vai ter cantoria”, repreendeu a filha. Meia hora antes do enterro, o padre passou para oferecer seus préstimos, ela o escorraçou. Mesmo depois de horas ao lado do caixão, continuava incólume, sem derramar uma lágrima.
Inconformados, os filhos de santo não acreditavam que depois de tanto esforço e luta para manter uma comunidade, tudo acabaria daquela forma. A velha tia seguia estática, num transe triste, introspectivo.
Chegou a hora do enterro. A filha chamou os irmãos da igreja, mas antes que pudessem pegar nas alças do caixão, as mãos fortes de seis ogans do terreiro o fizeram. A filha pensou em gritar, mas quando a voz da velha tia entoou o cântico, os ogans entenderam seu olhar e ergueram o caixão aos ombros. Um vento se desprendeu do vácuo, a filha rodopiou num giro abrupto e sentiu a força de Iansã. Em um segundo, uma multidão toda de branco tomou cada espaço.
Vieram todos os orixás, mas Iansã seguiu na frente. Sacudindo os braços, tremendo os ombros e abrindo caminho para o cortejo com sua rama de folhas de peregun. As tias da Bahia comentaram entre si:
– Oxê, mas ela não se converteu?
– Ela se converteu, mas Iansã não.
E aquele povo de branco, aquele tapete de paz e consolo, tomou conta das alamedas. Iansã se pôs na beira da sepultura, e quando o caixão bateu na terra, soltou seu brado estridente: “Hei...”, e também suas lágrimas, as lágrimas que sua filha tanto segurou.
O corpo retornou à terra, a multidão deu as costas e a vida seguiu. A filha despertou do transe, mas não conteve a tristeza. A velha tia juntou-se a ela. Choraram juntas.
– Bênção, minha mãe.
– Ô, minha filha, que pai Oxóssi te abençoe.
– Aqui tá a chave e a escritura. Vou em casa me trocar e já lhe vejo no terreiro.
– Vai, minha filha, vai que tem muito trabalho pela frente.
O marido tentou intervir, mas depois daquele olhar só teve coragem para dizer: “Vai, bem, deixa que eu tomo conta do pequeno”.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Mesa Redonda na UFBA aborda a aplicação das leis 10.639/03 e 11.645/08


O evento acontecerá na Faculdade de Educação da UFBA, localizada no Vale do Canela, e faz parte da IX Semana de Integração do Curso de Pedagogia da UFBA (antiga calourada).
Essa mesa será nesta terça-feira, dia 03 de outubro de 2017, nos horários: 9h e 19h. 

CONVIDADOS:
Mesa de Abertura (9h):
- Profª. Drª. Ana Kátia Alves (FACED-UFBA);
- Prof. Me. Eduardo Miranda (FACED-UFBA);
- Taquari Pataxó (Liderança Indígena).

Mesa da Noite (19h):
- Prof. Dr. Gabriel Swahili (FACED-UFBA);
- Profª. Lorena Cerqueira (Educadora Social do Quilombo do Orobu);
- Profª. Tricia Calmon (Coordenadora Político-Pedagógica do Programa Corra pro Abraço).

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Lançamento do ebook "Da senzala ao palco: canções escravas e racismo nas Américas", de Martha Abreu - SP

As expressões musicais criadas por descendentes de africanos escravizados no Brasil e nos Estados Unidos, entre o final do século XIX e o início do século XX, são o tema do ebook Da senzala ao palco: canções escravas e racismo nas Américas, 1870-1930, de Martha Abreu. O livro é o terceiro volume da coleção Históri@ Illustrada, vinculada ao Centro de Pesquisa em História Social da Cultura (Cecult) e publicada pela Editora da Unicamp. O lançamento do ebook será no dia 18 de outubro (quarta-feira) na Livraria do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), às 16h30, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Assista ao vídeo de apresentação do livro Da senzala ao palco.
No livro, a historiadora coloca em evidência a variedade da produção desses músicos negros, bem como o protagonismo alcançado por alguns deles ao participarem nos circuitos musicais e artísticos do período, em meio à construção de estereótipos racistas. Ao mesmo tempo em que a chegada das canções dos descendentes de africanos a esses ambientes musicais acarretava a reprodução de estereótipos sobre a população negra e os descendentes de africanos nas Américas, a presença e a visibilidade alcançada por certos músicos negros à cena musical e artística possibilitava a transformação dessas marcas racistas.
Ao mostrar a circulação dessa produção musical e, em especial, a trajetória de dois músicos, Eduardo das Neves (1874-1919) e Bert Williams (1874-1922), o livro contribui para a compreensão da história do racismo no campo musical.
História em livros digitais
A coleção Históri@ Illustrada tem como objetivo divulgar, em formato ebook, pesquisas nas áreas da História Social e da Cultura que utilizam documentos textuais, iconográficos e sonoros. O volume inaugural da coleção é Não tá sopa: sambas e sambistas no Rio de Janeiro, de 1890 a 1930, de Maria Clementina Pereira Cunha, e Estilo moderno: humor, literatura e publicidade em Bastos Tigre, de Marcelo Balaban.
Os livros da coleção são apresentados em dois formatos, adaptados a diferentes tipos de leitores de livros digitais – epub3 (om links internos para acesso a imagens, áudio e vídeo) ou e-pub2 (com links internos para acesso a imagens e externos para áudio e vídeo).
Diferentemente dos livros convencionais, os ebooks possibilitam a combinação de texto, imagem e som na análise historiográfica, assegurando ao leitor acesso direto, livre de mediações ou interferências, a fontes não textuais (como músicas, obras de arte, fotografias etc.), essenciais para esta área de estudos. A leitura, enriquecida com ilustrações capazes de dialogar com a narrativa, aumenta o envolvimento do leitor e torna-se mais acessível para o público não especializado.
Uma nova maneira de ler, ensinar e aprender
Cada livro da coleção Históri@ Illustrada é acompanhado por um vídeo disponível no YouTube, que condensa aspecto importante da obra e que pode ser utilizado por professores em sala de aula e outras ocasiões de discussão sobre o tema. Já estão disponíveis os vídeos dos livros Não tá sopa, intitulado Sambas e sambistas, e Estilo Moderno, cujo título éHumor, literatura e publicidade.

domingo, 3 de setembro de 2017

sábado, 5 de agosto de 2017

Fundação Joaquim Nabuco inscreve para cursos de História da África


A Fundação Joaquim Nabuco abriu inscrições para novas turmas de 3 novos cursos com a temática da história africana. Os cursos são História da África Contemporânea I: a África Negra do final do século XIX às primeiras décadas do século XX; História da África Contemporânea II: da crise do colonialismo aos dias atuais e História da África Contemporânea e Educação. 

Confira outras informações sobre cada um deles:http://ow.ly/LpNA30eaukU

FONTE: Fundação Joaquim Nabuco

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

segunda-feira, 31 de julho de 2017

UFU promove Curso de Formação "A Cor da Cultura" - MG

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de Uberlândia(NEAB/UFU) considerando a aprovação no EDITAL 90 PROEXC/UFU/COMFOR/REDEUFU torna pública, pelo presente Edital, a realizaçãodo processo seletivo de profissionais da educação pública e membros do movimento negro para o Curso de Formação A Cor da Cultura, observadas as disposições contidas neste Edital e em seus Anexos.
4. DAS INSCRIÇÕES

4.1 Poderão se inscrever para o Curso de Formação a Cor da Cultura:
a) Educadores/as, profissionais da rede pública de educação básica, incluídos/as os/as
professores/as, educadores/as infantis, coordenadores/as pedagógicos, orientadores/as e
supervisores/as educacionais e diretores/as de escola;
b) Demais profissionais de apoio a educação das escolas, ativistas do movimento negro
e da luta anti-racista.

4.2 As inscrições ocorrerão do dia 26 de julho a 08 de agosto de 2017 com entrega
presencial dos documentos abaixo, em envelope lacrado, no Núcleo de Estudos AfroBrasileiros
da Universidade Federal de Uberlândia (NEAB), localizado no Campus
Santa Mônica (Bloco B - Sala 101) desegunda a quarta-feira das 08:00 às 11:00 horas,
segunda e quarta-feira das 14:00 às 17:00 horas, na sexta-feira das 08:00 às 11:00 horas
e das 14:00 às 17:00 horas.

1 - Formulário de inscrição. (Anexo 01);
2 - Cópia do RG;
3 - Cópia do CPF;
4 – Carta de motivação. (Conforme detalhado no item 2.4 deste Edital);
5 – Comprovação de vínculo com a escola da rede pública. (Conforme detalhado no
item 2.4, alínea b, deste Edital) – Anexo 02.

5º Seminário de Religiões Afro-brasileiras, Cultura, Arte e Saúde - BA


Inscrições abertas, mande mensagem solicitando a confirmação da inscrição.
Se for apresentar trabalho de pesquisa ou extensão mande um Resumo de 1 lauda e confirme.
Não percam!



domingo, 9 de julho de 2017

25 de julho: Marcha pela Vida das Mulheres Negras em Salvador - BA



Chegamos ao “Julho das Pretas”! Continuamos firmes em nosso propósito de nos fortalecermos cada vez mais para lutarmos contra o racismo, o machismo e a misoginia. 

Reverenciando o 25 de Julho - Dia da Mulher Afro-latino-americana e Caribenha, a Marcha das Mulheres Negras 2017 traz como tema “Pela Vida das Mulheres Negras”, destacando a necessidade de mais ações coletivas e políticas públicas que visem ao enfrentamento da violência recorrente e sistemática contra mulheres e meninas negras. 


Esta data, estabelecida durante o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, realizado em 1992, em Santo Domingo (República Dominicana), celebra as contribuições políticas, intelectuais, econômicas e socioculturais das mulheres negras para o desenvolvimento histórico do continente e reafirma a nossa luta contra a violação de direitos. Ao mesmo tempo, essa conexão entre mulheres negras dá força às vozes femininas na luta pela garantia de direitos.



Segundo o Mapa da Violência - 2015, em apenas 10(dez) anos, o número de casos de feminicídios envolvendo mulheres negras aumentou 54%, o que mostra o quadro dramático vivido por nós, mulheres negras, no Brasil. Essa situação de violência racista e misógina que se expressa de múltiplas formas: via extermínio, epistemicídio, racismo institucional, lesbofobia, etc. Dia 25 é dia de marcharmos, e é PELA VIDA DAS MULHERES NEGRAS que iremos às ruas.



Juntem-se a nós!



eBook Brincadeiras Africanas disponível para download

O e-book Brincadeiras Africanas para a Educação Cultural é uma obra vinculada ao Projeto de extensão LAAB, da UFPA.Qualquer parte desta obra poderá ser reproduzida desde que citada a fonte.
É proibida a venda por terceiros.

Clique AQUI para fazer o download

sábado, 8 de julho de 2017

sexta-feira, 7 de julho de 2017

quarta-feira, 5 de julho de 2017