Orçado em R$ 125 mil, o I Festival de Teatro do Subúrbio, que prossegue até o próximo dia 20, tem iniciativa aplaudida pela população. “Acho muito bacana trazer um festival para o subúrbio. Muita gente não conhece este espaço maravilhoso que é o Centro Cultural Plataforma“, destaca a comerciária Jussara Dórea, residente em Iapi, que, no último sábado, assistiu ao espetáculo 'A Comida de Nzinga', com a Companhia Axé do XVIII.
Jussara disse que ficou conhecendo o espaço através de amigos. Já o ator e produtor Luciano Santiago, residente em Plataforma, elogiou o tema do festival, voltado para a questão da negritude. "É um avanço trazer para o subúrbio esta discussão, quando se tem tantos grupos negros de artistas atuando nesta área“, destacou.
Os participantes do festival também estão animados. ”Existe um paradigma de que os artistas suburbanos têm pouca qualidade técnica. Por esta razão é bacana o investimento em oficinas“, afirmou o dançarino e coreógrafo, Evandro Melo, que ministra oficinas de dança durante a realização do festival.
Local e Ingresso: Centro Cultural Plataforma – Pç. São Brás, 14, Plataforma (3398-4769), R$ 2 e R$ 1.
Jussara disse que ficou conhecendo o espaço através de amigos. Já o ator e produtor Luciano Santiago, residente em Plataforma, elogiou o tema do festival, voltado para a questão da negritude. "É um avanço trazer para o subúrbio esta discussão, quando se tem tantos grupos negros de artistas atuando nesta área“, destacou.
Os participantes do festival também estão animados. ”Existe um paradigma de que os artistas suburbanos têm pouca qualidade técnica. Por esta razão é bacana o investimento em oficinas“, afirmou o dançarino e coreógrafo, Evandro Melo, que ministra oficinas de dança durante a realização do festival.
Local e Ingresso: Centro Cultural Plataforma – Pç. São Brás, 14, Plataforma (3398-4769), R$ 2 e R$ 1.
| Programação dos espetáculos |
Segunda (14), às 10 e 15h:
Cirandar‘t – Com a Companhia de Teatro Popular Cirandarte (Pelouri nho)
Terça (15), às 10h:
Cotidiano da Vida Urbano, com Grupo Somos nós (Paripe)
Terça (15), às 20h:
O Rico e o Pobre, com a Companhia de Teatro Kulturart (Paripe)
Quarta (16), às 20h
O Dia 14, com a Companhia de Atores Negros Abdias do Nascimento (CAN) ( Escola Teatro Ufba)
Quinta (17), às 16h
Cordel do Pega prá Capá, com a Companhia Gente de Teatro da bahia , Rio Vermelho
Quinta (17), às 20h
Meu Nome é Brasil, com o Grupo Dudú Odara- Grupo de Teatro Negro (Plataforma)
Sexta (18), às 20h
Cabaré da Rarrraça, com o Bando de Teatro Olodum (Teatro Vila Velha)
Sábado (19), às 16h
Contadores de Cena, com o Grupo Cultural Anexus ,( Pelourinho)
Sábado (19) às 20h
Era uma Vez Brasil, com a Cia de Dança E ao Quadrado (Alto do Cabrito)
Domingo (20), às 20h
Shirê Obá - A Festa do Rei, com o Grupo Nata de Teatro(Centro)
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