Postado por Juliana Costa Santos Dias em 15 dezembro 2009 às 13:11
Políticas públicas para democratização da comunicação e convergência digital são alguns dos pontos que têm sido debatidos na 1ª Conferência Nacional de Comunicação (CONFECOM). Para além das discussões gerais da comunicação, a articulação Enegrecer a Confecom, formada por diversas entidades de comunicação, dos negros e das mulheres, tem se empenhado para incluir as propostas de cumprimento da igualdade étnico-racial nos princípios e diretrizes no âmbito da comunicação.
Nesse sentido, jovens, mulheres e homens negros estão reunidos, em Brasília, para defender a democratização da comunicação, a partir da inclusão racial, lutando contra a posição monopolizada da sociedade civil empresarial e o poder público. Algumas das propostas defendidas são: criação de uma política nacional de comunicação de enfrentamento ao racismo, através da criação de um observatório nacional para desenvolvimento de estudos sobre mídias e racismo; garantia de concessões para comunidades tradicionais, com recorte para matriz africana; garantia de recursos de recorte racial no Fundo de Universalização das Telecomunicações para a realização de projetos na área de tecnologia da informação e comunicação para a juventude negra; incentivo a criação e ao funcionamento de rádios comunitárias em áreas habitadas pela população negra e quilombola; realização de censo étnico-racial, de gênero e de orientação sexual nos veículos de telecomunicações e de comunicação; incentivo a utilização de novas tecnologias e redes sociais por Pontos de Cultura, comunicadores, artistas negros/indígenas e afroreligiosos, dentre outros.
Hoje (15), a partir das 14h, dará inicio aos Grupos de Trabalhos, onde os três segmentos (sociedade civil, poder público e sociedade civil empresarial) estarão reunidos para discutir, defender e aprovar as propostas da 1ª Conferência Nacional de Comunicação.
Acompanhe mais noticias e fotos desse momento em que a sociedade brasileira repensa as políticas públicas de comunicação, na REDE SOCIAL www.correionago.ning.com, no TWITTER www.twitter.com/midiaetnica e no CORREIO NAGO www.correionago.com.br.
Nesse sentido, jovens, mulheres e homens negros estão reunidos, em Brasília, para defender a democratização da comunicação, a partir da inclusão racial, lutando contra a posição monopolizada da sociedade civil empresarial e o poder público. Algumas das propostas defendidas são: criação de uma política nacional de comunicação de enfrentamento ao racismo, através da criação de um observatório nacional para desenvolvimento de estudos sobre mídias e racismo; garantia de concessões para comunidades tradicionais, com recorte para matriz africana; garantia de recursos de recorte racial no Fundo de Universalização das Telecomunicações para a realização de projetos na área de tecnologia da informação e comunicação para a juventude negra; incentivo a criação e ao funcionamento de rádios comunitárias em áreas habitadas pela população negra e quilombola; realização de censo étnico-racial, de gênero e de orientação sexual nos veículos de telecomunicações e de comunicação; incentivo a utilização de novas tecnologias e redes sociais por Pontos de Cultura, comunicadores, artistas negros/indígenas e afroreligiosos, dentre outros.
Hoje (15), a partir das 14h, dará inicio aos Grupos de Trabalhos, onde os três segmentos (sociedade civil, poder público e sociedade civil empresarial) estarão reunidos para discutir, defender e aprovar as propostas da 1ª Conferência Nacional de Comunicação.
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Fonte: Cyber @ruá - Correio Nagô
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